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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Denominador comum: precisa de tanta divergência assim?
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

Tanto desentendimento para chegar aonde todos queremos


O que mais se ouve nas propostas dos pretendentes aos cargos nas eleições que se aproximam são propostas para oferecer educação, saúde, segurança e moradia a todos os brasileiros. Só que isso, quem se der ao trabalho de pesquisar, é o tema de qualquer candidato desde que a maioria se entende por eleitor. As poucas novidades em pauta são o combate ao desemprego e à corrupção. Mas será que o país precisa gastar valores exorbitantes com a Administração Pública e com os partidos políticos para usar corretamente a verba arrecadada?
Para o contribuinte que é negado o merecido serviço público de qualidade, resta a indignação e a impotência para protestar contra isso. As eleições seriam o único meio para demonstrar a sua insatisfação? Ou a indiferença dos fura-teto salarial, pagos pelo contribuinte, é imune a este ato obrigatório e de efeito hilário para os privilegiados? E ainda tem candidato que insiste em citar o funcionalismo público, sem separar o joio do trigo, como a grande causa do déficit nas contas do governo. Visto assim, sobram professores, médicos e policiais onde precisamos.
Quem desconhece que há centenas de ambulâncias que sequer deveriam estar operando para atender a demanda nas cidades brasileiras? Por outro lado, alguém ignora que os jatinhos da FAB estão sempre a postos para servir interesses particulares de ministros e parlamentares? Sem falar que muitas viaturas policiais estão impedidas de fazer as rondas por falta de combustível. O cobertor dos cofres públicos, até onde se vê, só serve para cobrir a cabeça do país. Por isso, os pés, onde está o povão que paga a conta, há tempos continua descoberto.
Por que nenhum entrevistador pergunta ao candidato, ao vivo, frente às câmeras, como ele faria para reduzir os gastos com as mordomias dos Três Poderes que sugam tudo e não deixam nada para quem precisa mais? Claro que é mais fácil culpar o tamanho do Estado! Afinal, neste cabe tudo que é merecedor de responsabilidades pelo mau atendimento nos serviços essenciais. Mas o que poucos sabem é que num mesmo estado, que pouco contribui para o PIB nacional, o orçamento do Legislativo e do Judiciário é maior que o da educação, saúde e segurança juntos.
Deixar de acreditar em Papai Noel, mula-sem-cabeça e outras lendas urbanas que fazem o imaginário popular independe de eleição. Que tal olhar o que dizem e o que fazem os candidatos? Quantos, realmente, inspiram confiança e merecem credibilidade? O que fizeram durante os inúmeros mandatos que exerceram na vida parlamentar ou como gestor do Executivo? Por que só agora têm solução para tudo? Se não concordam com nada do que está aí... mostrem que foram votos vencidos. A nossa desigualdade é uma realidade replica uhren deutschland shop e não obra de ficção cientifica!
Se não é demagogia apontar a situação do saneamento básico, das escolas, dos hospitais e da infraestrutura, precisamos arranjar outro nome para isso. Descobriram a pólvora, mil anos depois dos chineses? Patético ver um candidato saborear um PF (prato feito) num restaurante popular. Isso não é o seu dia a dia! Alguém duvida que ele vomitará a gororoba intragável na primeira oportunidade? Está para aparecer um iluminado se acotovelando num ônibus ou metrô para conquistar o rótulo de popular... ou sendo atendido num Posto de Saúde Público da periferia.
Longe de vitimizar o desamparado, colocando a emoção acima da razão na escolha dos futuros dirigentes do país, mas é ilusão esperar uma mudança da água para o vinho em pessoas que nunca sofreram na pele o que um pobre miserável enfrenta no dia a dia. Na opção da atenção entre a miséria e o mercado financeiro, o que remunera generosamente os ricos, a maioria dos candidatos não pensa duas vezes. Afinal, segundo a doutrina neoliberal, a que privatiza o lucro e socializa o prejuízo, combater a pobreza não gera prosperidade alguma – eles que se explodam!


J R Ichihara
12/09/2018

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