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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Marte é logo ali
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

De olho no futuro?


Depois de algumas décadas de atraso na consolidação do futuro previsto nos anos 1970, onde o modo de vida da família Jetson mostrava o que nos esperava, o sonho de uma mudança radical volta à pauta da ficção revestida de realidade. Pousar na lua já é coisa do passado. O grande feito que aconteceu em 1969, apesar dos incrédulos insistirem que tudo não passou de montagem dos norte-americanos para mostrar superioridade tecnológica frente à União Soviética, tornou-se obsoleto. A inteligência humana precisa de desafios maiores, alguma coisa inédita.
Não se sabe por quais motivos a mídia divulgou o interesse de explorar as condições de vida no planeta Marte, um dos que desperta enorme curiosidade na raça humana. Fala-se em viagens turísticas, inclusive com preços tabelados para quem sente atração pelo desconhecido. Há presença de água? Como é a atmosfera? Qual a temperatura ambiente? Aos poucos o que era especulado em filmes de ficção cientifica se aproxima do tangível. Também a vontade de desbravar afasta a hipótese de se utilizar robôs, mesmo com todo avanço da Inteligência Artificial.
Historicamente o fascínio que Marte exerce sobre a humanidade vem de longa data. Antes das obras cinematográficas Contatos Imediatos de Terceiro Grau, de 1977, ET, de 1982, e do seriado de televisão Meu Marciano Favorito, da década de 1960, o escritor britânico Herbert George Wells, que viveu entre 1866 e 1946, mais conhecido como H. G. Wells, já abordava o assunto sobre os marcianos. No seu livro A Guerra dos Mundos, publicado em 1898, ele imagina uma invasão da Terra por habitantes daquele planeta. Ele estava muito à frente dos outros?
Por que a vontade de explorar outro planeta, mesmo desconhecendo as adversidades ambientais, se ainda há muito que desenvolver na Terra? Será porque o excesso de poluição e a voracidade no consumo dos recursos naturais já saturou a vida por aqui? É mais viável financiar pesquisa e viagens interplanetárias do que recuperar os estragos na Terra? Se as notícias não têm a intenção de alarmar a humanidade, os estudos dizem que a qualidade do ar e da água estão atingindo a zona de perigo para a sobrevivência humana. Não há tecnologia que resolva isso?
Estudos mostram que a desertificação avança em várias regiões do nosso planeta. Os cientistas dizem que isso ocorre de forma natural ou pela degradação provocada pelo homem. À parte buscar o culpado, o fato é que as principais áreas atingidas são: oeste da América do Sul, Oriente Médio, sul da África, noroeste da China, sudoeste dos Estados Unidos, Austrália e sul da Ásia. O efeito da desertificação é a inviabilidade de utilização do solo para qualquer atividade produtiva – um bom exemplo são algumas áreas do Nordeste brasileiro. Como impedir o avanço?
Toda pesquisa sobre a possibilidade de vida em outro planeta se baseia na presença de água. Isso o nosso planeta tem em abundância. Algumas publicações dizem que 70% da superfície terrestre é ocupada pela água. Sabe-se que grande parte é feita pelos oceanos, portanto imprópria para o consumo humano e para utilização na agropecuária. Não somos capazes de desenvolver tecnologia para isso? Ou é por causa do custo/benefício? Se temos competência para viabilizar outro planeta, totalmente desconhecido, não dá para entender a ameaça que nos cerca.
A preocupação com o meio ambiente criou termos com fins educativos para evitar a punição futura gerada pela degradação causada pelas pessoas. Por isso tornou-se corriqueiro ver produtos reciclados, reutilizáveis e degradáveis. Hábitos antes inocentes, como o uso do canudinho de plástico, agora preocupam a população e exigem um tratamento especial. Por que, então, em vez de cuidar melhor do nosso planeta e torná-lo um lugar seguro e prazeroso, buscamos alternativas muito longe daqui? Mas... Pelo visto, Marte vale a pena porque é logo ali.


J R Ichihara
03/08/2018

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