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1958 - A conquista da Jules Rimet
Por: Marlene A. Torrigo

Eu tinha apenas seis anos quando o Brasil ensandeceu com o primeiro título de campeão do mundo de futebol. Um menino de apenas 17 anos, com o excepcional nome Pelé, fez dois dos cinco gols contra a Suécia, com placar final de 5 a 2. Que alegria! Que loucura! Que festa!

Nesse dia os adultos sentiram-se vingados da dramática derrota contra o Uruguai na final de 1950 com placar 2 a 1, quando o Maracanã emudeceu. Em casa não tínhamos televisão e não lembro onde assisti ao jogo com minha mãe, irmãos e irmãs, mas lembro que após o jogo mamãe nos levou na rua central do bairro da Vila Maria, em São Paulo, onde torcedores ensandecidos, jubilavam com a glória conquistada.

Lembro o desfile de carros abertos com as moças com seus vestidos anos dourados, lembro-me da garotada soltando balões, muitos balões. Naquele tempo era tímido o uso de bandeiras e suas cores glorificando a nação brasileira. Mas balões.... Quantos balões! O céu pintadinho deles. Balões não eram considerados perigosos como agora. À noite da primeira vitória brasileira em copa do mundo os balões reluziam sob as estrelas. Caiam por toda parte. Meninos pequenos e grandes corriam loucos para pegá-los.

Lembro Pelé chorando copiosamente no final do jogo. Que revelação para o mundo! Um menino pobre que jogava bola como um deus negro. Formando dupla com Garrincha, eram dois gênios no ataque. E irmanados a eles brilhavam Vavá, Mazzola, Gilmar, Zagallo, Nilton Santos, Bellini, e outros guerreiros triunfantes.

Depois do evento inesquecível de 1958, o Brasil ganhou mais quatro copas do mundo. Alguns jogadores não enriqueceram, findando pobres e esquecidos da mídia. Corrupção havia, mas dava passos tímidos, muito tímidos.

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