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OS TRAPALHÕES DO PLANALTO
Por: Afonso e Silva

É inacreditável o que a quadrilha política instalada no Planalto, - tão competente e esperta nas esferas inerentes à corrupção, ao assalto ao erário e outras trapaças contra o povo, - foi tão ingênua como agiu e continua agindo em relação à “Greve dos Caminhoneiros”. Não há porque dizer que a quadrilha foi pega de surpresa. Isso não: o Planalto foi avisado a quase um ano de antecedência sobre a insatisfação dos reajustes diários do preço do óleo diesel, mas em vez de agir, deu uma banana à categoria. Aí, o caldo começou a engrossar: as empresas compraram a briga e se juntaram aos caminhoneiros, ou vice-versa. Quando o Planalto acordou e deu os primeiros passos para agir e iniciar as negociações o leite havia derramado. Depois de os caminhoneiros entrincheirarem-se e ocuparem pontos estratégicos das rodovias espalhados por todo o território nacional é que o Planalto se deu conta de que algo grave estava acontecendo. Desse dia em dia em diante foi um deus-nos-acuda. Brasília ficou em polvorosa: o núcleo duro do governo formou gabinete de crise, comissões para monitorar o movimento e grupo de trabalho para negociar com os grevistas.

As entidades representantes dos grevistas foram convidadas para negociar um acordo para por fim à greve. Foi um bater-cabeças que ninguém imaginava quão despreparado os assaltantes do Planalto eram. Depois de três dias de Brasil parado é que assinaram um acordo fajuto, forçado e firmado com apenas parte das entidades representativas. Não podia dar noutra: as entidades que não se fizeram representar, levou o acordo para os brejos e deu com os “burros n’água”. O acordo desandou e não foi cumprido. O Planalto, acuado e apavorado, em atitude mais uma vez espavorida e impensada, ameaçou a utilização da força: convocou a força nacional. Mais uma vez a iniciativa foi em vão: os grevistas não arredaram o pé. Ameaçou multar e, segundo informações, começou a aplicação de multas, mas a greve continua. Criou norma que autoriza o Estado a sequestrar os caminhões e desobstruir as estradas. Agora eu pergunto? Essa atitude é sensata e eficaz? Vão levar os caminhões para onde? Creio que mais uma vez o Planalto será ridicularizado. Primeiro porque penso que os caminhoneiros, diferentemente da quadrilha palaciana, não são tão ingênuos e, nesse estágio da greve e depois de ameaçados será que os militares que irão guiar os veículos encontrarão uma gota de óleo no tanque? Creio que não. E aí?

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