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JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA
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Partido Progressista, a eleição e o combate à corrupção
Por: JOSE ROBERTO TAKEO ICHIHARA

Quantos dispensam os votos dos corruptos?


Desde as primeiras denúncias sobre as negociatas com o Congresso que o PT caiu do pedestal da moralidade e mergulhou nas profundezas do mar de lama da corrupção. Daí a ser considerado o partido mais corrupto da história política do Brasil foi uma questão de menos de dez anos. Mensalão, obras superfaturadas, cobrança de propinas, enriquecimento dos familiares do ex-presidente Lula... e por aí vai. O resumo de dois mandatos de Lula e um e meio de Dilma: um impeachment, por crime de responsabilidade fiscal, e uma prisão por esquema de corrupção.
Mas quem acompanha os sucessivos governos federais depois da Ditadura Militar, desde que não coloque a paixão partidária acima da razão, sabe que no meio político nacional poucos sairiam ilesos de uma investigação rigorosa sobre seus atos como gestor público. Basta focar na atual gestão e nos parlamentares que cassaram a ex-presidente Dilma. Quantos estão confortáveis diante das denúncias coletadas pela Operação Lava Jato? Será que as tais delações premiadas servirão para passar o país a limpo? Não está na hora de esquecer o partido do réu?
Infelizmente, o que todo cidadão brasileiro de bem deseja está difícil de acontecer por causa da politização da Justiça. Se a luta é para acabar com a impunidade e combater a corrupção, o que justifica ir para as manifestações portando bandeira de legenda? Fala-se tanto em reforma disso e daquilo, reclama-se da inutilidade dos políticos, assim como da inoperância da Justiça... mas o que se faz de produtivo para acabar com as insatisfações? Ao invés de coxinhas e mortadelas, os grupos separatistas que se agridem e nada resolvem, precisa-se de cidadãos.
Hoje ouvimos a notícia mais decepcionante para quem acha que somente através da política se colocará o país de volta aos trilhos. O Partido Progressista foi o que recebeu o maior número de parlamentares por ocasião da janela política, a opção de mudar de legenda a cada dois anos. Com isso, passou a ser a segunda maior bancada da Câmara dos Deputados. Algum mal nisso? Nenhum, se não fosse o partido com o maior número de investigados pela Justiça. Qual o motivo de ser o partido que mais cresceu? Dá para enxergar algum compromisso com o eleitor?
Sempre se ouviu que os que fazem e aprovam as leis jamais atuarão para trazer algum benefício para as pessoas que pagam os seus altos salários e mantêm as suas mordomias. Por que mudar de partido a cada dois anos? Que projeto é tão adaptável a tanta mudança no decorrer de um mandato? Se os candidatos só têm três posições diante das situações (direita, esquerda e centro, incluindo os extremos de cada) para que existem tantos partidos? O eleito que muda ao sabor da sua conveniência atende qual interesse da população? Mas enquanto isso não mudar...
A sociedade brasileira não pode mais continuar sendo enganada pelos manipuladores dos acontecimentos e das opiniões. Por que o governo perdoa dívidas bilionárias de empresas, mas sobrecarrega o trabalhador com mais tributos? Qual a justificativa para não corrigir a tabela do Imposto de Renda para Pessoa Física? Como não entender que o governo brasileiro sufoca os pobres e abre as torneiras para os ricos? Lamentavelmente, para os que se acham da classe média e esclarecidos, lutar pela diminuição da desigualdade social é coisa de comunista.
Com a proximidade da eleição para a presidência da República haverá uma mudança no tom dos possíveis candidatos ao cargo. Moderam-se as agressões porque a possibilidade de um segundo turno exige alianças. Os corruptos deixarão de ser tratados assim pelos candidatos que buscam votos? Será que algum candidato que dispensará o apoio do Partido Progressista, a legenda com o maior número de investigados por corrupção? Pode ser um bom teste para saber se o combate à corrupção é a bandeira de luta dos que cassaram e prenderam em nome disso.


J R Ichihara
24/04/2018

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