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Jornalismo
 
Admirável Ano Novo
Por: Marlene A. Torrigo

Muitos sóis e muitas luas fazem o tempo. O nosso tempo cósmico de viver é feito de amanheceres e anoiteceres. Nele trabalhamos, passeamos, brincamos, amamos, dormimos, sonhamos. Fazemos tudo no tempo, esse tempo que passa rasgando os véus dos ventos, saudando as estações. Passam-se assim infindáveis fins e inícios de anos. Muitos não conseguem atravessar o tempo para o Novo Ano. Partem para sempre. Mas, alegremo-nos, posto que novas vidas surjam dando continuidade à ninhada do Criador.
A ninhada do Criador... A tão frágil e sofrida ninhada do Criador. Polêmica, mística e desarvorada ninhada do Criador. Homens e mulheres peregrinam na terra que lhes foi dada de presente num afã de poder, medo e dor. Poder que reflete apenas as nossas tolas vaidades, que servem para camuflar dor e medo que sentimos no nosso amago, porque sabemos o quanto a nossa vida é fragilíssima.
O verão, estação belíssima, é uma estação de chuvas que provocam enchentes, deslizamentos, mortes, muitas mortes. No transito, entre o período do Natal e Carnaval, acidentes terríveis causam muitas vítimas. Os assaltantes não dão trégua. As pessoas viajam felizes e casas são arrombadas, pessoas são assaltadas e inúmeras mortas. Muitos festeiros bebem além da necessidade, e somem-se mais desgraças. Há pessoas que no Natal festejam o nascimento de Lúcifer, seja bebendo, injuriando, traindo, ofendendo, vingando-se. Fazem o mesmo nos auspícios do Novo Ano.
Que mundo! Que humanidade engraçada!
No decorrer do ano, se muitas pessoas infernizam, outras são verdadeiros anjos na arte de fazer o bem, presenteando com palavras generosas, sorrisos sinceros, abraços fraternos, dividindo, fracionando, compartilhando. Não ficam curtindo as suas mazelas com choramingas e lamentações. São os mansos de coração que tudo fazem para minimizar a dor de outrens, alheios à própria dor, nada pedindo em troca. Peregrinam o ano inteiro levando conforto material e espiritual aos que sofrem demasiado.
Na história da humanidade sabemos que o homem Jesus de Nazaré, foi o primeiro a declarar amor supremo por toda humanidade. Não era amor feito de meras palavras caprichosamente desenhadas para arrebatar admiradores. Era paixão pela vida. Jesus amava a todos os homens e cria que todos podiam viver em harmonia, sem necessidade de trair, roubar, matar. Assim ele sonhou. E deu a sua jovem vida para prová-lo.
Não só Jesus, muitos dos seus irmãos e irmãs tem oferecido suas vidas em defesa da fauna e da flora. São os anjos na terra.
O ano está no finzinho. Nos últimos minutos de 2017 façamos uma prece pelos que ficaram no caminho e saudemos tudo que germinará e florirá no admirável Ano Novo, dando continuidade à vida do planeta.
A vida quando não é bela é belíssima.

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