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Admirável mundo real
Por: Marlene A. Torrigo

Febre do momento, certo jogo virtual tem causado sensação. É tipo uma enquete para todas as idades, em que se considera gênio a pessoa que pontua mais.
Uma amiga, celular grudado na mão, disse-me ser um jogo excelente para estimular os neurônios, e de graça. Do pouco que ela me explicou sobre o jogo, pareceu-me bastante primário. Algo infanto-juvenil. Não cri que fosse algo bom para estimular massa cefálica adulta (não a minha!). Não posso considerar normal um jogo em que jogadores não conseguem deixar de jogá-lo nem mesmo em seus horários de expediente, desrespeitando até os sagrados horários de refeições. É isso vejo muito, ao vivo e a cores.
Trata-se em verdade de um entretenimento altamente viciador. Tudo que vicia é nocivo. E não é de graça. Celulares, tablets, phablets e smartphones são aparelhos onerosos, consome-se energia cara paga recarregá-los constantemente, internet é cara, isso sem contarmos os milhares de neurônios sacrificados em condutas obssessivo-compulsivas. Os nossos belos olhos servem para contemplar as exuberâncias da existência e não apenas para serem sacrificados covardemente diante de telas sedutoras.
Sim, entendo que precisemos de distrações. Sim, sim, o mundo continua turbulento, somos bombardeados frequentemente com notícias perturbadoras, parece até que caminhamos para o fim de todas as coisas belas. Ao mesmo tempo lidamos com responsabilidades diárias e as tensões e frustrações a que somos expostos amiúde constituem um desafio mental. Muitas vezes desanimamos.
Os jogos da vida real são difíceis de vencer, de superar. Nem tudo são flores. Haja espinhos! Se nos entregarmos à insatisfação, tristeza e dor, só atrairemos negatividade, no entanto, ao admitirmos que apenas a tecnologia possa mover as nossas vidas, fazer-nos felizes, seremos totalmente robotizados. Há um mundo admirável fora das telinhas e telonas. Basta olhar em volta.
Pondero que atitudes verdadeiramente saudáveis para os nossos neurônios sejam atividades físicas regulares, caminhadas enérgicas, passeios em contato com a Natureza, leitura, música, festas, eventos, almoços familiares, tudo que nos mostre o fascínio do mundo real. São outros tempos? Sim, são outros tempos. Eu também sou obrigada a usar os favores que a tecnologia nos presta. Pesquiso, estudo e escrevo no computador, mas tudo sem agonia, sem uma ansiedade compulsiva que não me faça enfartar frente a um monitor.
Somos átomos de energia. Livres, leves e soltos para a vida real assim sejamos. Agindo positivamente as luzes do nosso bem estar emocional acender-se-ão espargindo as cores intensas da realidade. Não são apenas os nossos sentidos que merecem atenção especial para que não sejam corrompidos com fragilidades mentais. A nossa grandeza maior será depurar insistentemente as aspirações da nossa espiritualidade.



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