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ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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DESCASO PARA COM A POLÍCIA MILITAR
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

DESCASO PARA COM A POLÍCIA MILITAR

Uma insatisfação geral toma conta dos integrantes da gloriosa e briosa Polícia Militar do Ceará. Desde o governo das mudanças encabeçado pelo ex-governador e hoje senador Tasso Jereissati, que os policiais civis e militares vêm comendo o pão que o diabo amassou. O “Ronda do Quarteirão” foi um câncer para os integrantes da Polícia Militar, visto que ficaram relegados a um segundo plano. As diferenças entre “Ronda do Quarteirão” e Polícia Militar são inaceitáveis, pois não pode haver regalias dentro da mesma polícia. Certa vez um radialista falou em seu programa que o Estado do Ceará tinha polícia demais. Citou: “Polícia Militar, Polícia Civil, Ronda do Quarteirão, Guarda Municipal entre outras”. Estas nuanças mostram o desconhecimento total de parte da população sobre Segurança Pública. “Ronda do Quarteirão” é uma parte integrante da Polícia Militar, como é o GATE (GRUPO DE APOIO TÁTICO ESPECIAL), O Batalhão de Policiamento de Choque (BPCHOQUE) etc. Esse clima de indiferença e de insatisfação dentro das polícias é um caso de “polícia”. O Secretário de Segurança atual vem procurando dar uma nova conotação aos serviços em prol da população cearense, com apoio do governador Camilo Santana.

Em época passada o ex-governador do Estado Cid Gomes e seu Secretário de Segurança (O homem da gravata borboleta) denotavam estar brincando com fogo sem a preocupação devida em se queimar a qualquer momento. Na realidade existe uma campanha meio escamoteada com a intenção de enfraquecer os militares e as suas organizações. Nunca vimos uma ação tão deletéria e diabólica que estão fazendo com intuito de denegrir a imagem das FFAA (Forças Armadas) e por tabela inserem as Polícias Militares que são pela Constituição Federal, forças auxiliares e reserva do Exército Brasileiro. Quando Lula criou a Previdência do Estado, o ex-governador Cid Gomes criou o ISSEC que açambarcou o pessoal do IPEC e extingui o Hospital da Polícia Militar. Os policiais acidentados são atendidos no Hospital José Frota da Prefeitura Municipal de Fortaleza. O atendimento do ISSEC é péssimo e cada contribuinte com direito a apenas um consulta mensal.

A população deveria dar o devido valor a sua segurança, mas acontece o contrário. As indisciplinas que acontecem no écran das polícias ninguém de sã consciência procurou averiguar a fundo, de onde estão brotando estas sementes. Como pode a sociedade usufruir de uma polícia de elite se ela mesma não dá bom exemplo. Os integrantes das polícias são também integrantes dessa sociedade que vem deixando muito a desejar. Uma sociedade desumana, orgulhosa, com o poder da locupletação nas mãos, a corrupção desenfreada, a mania de querer enganar as instituições, o fisco entre outras nuanças deletérias, sem contar com o nepotismo doentio que dela se acerca. Existem as exceções, mas são tão miúdas que se tornam invisíveis. As insinuações das autoridades é afirmar que o governo não tem orçamento para melhorar o salário dos policiais e do corpo de Bombeiros. A Polícia do Piauí suplanta a do Ceará, sem nenhum demérito aos irmãos piauienses. Normalmente os Secretários de Segurança Pública ganham por duas fontes, Governo Federal (como policial federal), e como secretário da segurança, e por esse fato, jamais poderia desagradar o governador afirmando que policiais cearenses passam fome e suas famílias estão abandonadas e morando na periferia onde a violência é mais notada.

Sem contar o dilema das viúvas e de seus dependentes. O Serviço Social da PM morreu e foi sepultado, mas ninguém tomou ciência. Acabaram e dizimaram a Academia de Polícia Militar, o BPTRAN, o Hospital da PM também foi extinto. As Associações impedidas de efetuarem qualquer desconto em folha, pois o poderoso Secretário da Administração açambarcou todo o poder para a sua secretaria. Agora querem mudar o nome secular de Polícia Militar para “Ronda do Quarteirão”. A formação de oficiais estagnou, pois a Academia General Edgard Facó fechou. O quadro de oficiais médicos e dentistas foi extinto, pois o Hospital da PM agora pertence ao SUS. O que podemos pensar diante de tantas barbaridades cometidas contra as policias? Enquanto isso, políticos ganham os tubos de dinheiro e a cidade de Fortaleza atolada em lixo, buraco e o interland cearense sem assistência médica, sem escola, e as delegacias de polícia fechadas para balanço.

Dos 184 municípios do Estado quantos delegados de policia formados pela Academia estão no lugar que deveriam? Pouco mais de 40 municípios. É uma vergonha! O que foi retirado abruptamente de nossos salários (precatórios) eles fazem finca pés para não nos pagar e ainda nos apelidaram de “Marajás”. Pode Freud? O pior é que no Estado do Ceará não se respeitam leis, e esse mal já se espalhou Brasil afora. Rasgam a Carta Magna todos os dias e a toda hora e a impunidade continua. Determinada vez um deputado federal ao usar a tribuna da Câmara Federal, disse que a imunidade parlamentar era para falar e não para roubar. A crise na política nacional metamorfoseou-se em vírus feroz e letal, sendo seus efeitos propagados rapidamente com consequências imprevisíveis. Vejam as aberrações que acontecem na psicosfera brasileira e só quem paga o pato são os policiais. “Curiosidades de um País de loucos”; - Um motorista do Senado ganha mais para dirigir um automóvel do que um oficial da Marinha para comandar uma fragata! Um ascensorista da Câmara Federal ganha mais para servir os elevadores da casa, do que um oficial da Força Aérea que pilota um Mirage.

Um diretor que é responsável pela garagem do Senado ganha mais que um oficial-general do Exército que comanda um regimento de blindados. Um diretor sem diretoria do Senado, cujo título é só para justificar o salário, ganha o dobro de um professor universitário federal concursado, com mestrado, doutorado e prestígio internacional. Um assessor de 3º nível de um deputado, que também tem esse título para justificar seus ganhos, mas que não passa de um "aspone" ou um mero estafeta de correspondências, ganha mais que um cientista-pesquisador da Fundação Instituto Oswaldo Cruz, com muitos anos de formado, que dedica o seu tempo buscando curas e vacinas para salvar vidas. Precisamos urgentemente de um Choque de Moralidade, nos três poderes da República, Estados e Municípios, acabando com oportunismos e cabides de emprego.

Os resultados não justificam o atual número de senadores, deputados federais, estaduais e vereadores. Temos que criar coragem e dar fim a esses “currais” eleitorais, que transformaram o Brasil numa oligarquia sem escrúpulos, onde os negócios públicos são geridos pela brasiliense “Cosa nostra”. O País do futuro jamais chegará e nós não chegaremos a ele, sem que haja responsabilidade social e com os gastos públicos, atos governamentais (secretos) e nepotismos políticos. Já perdemos a capacidade de nos indignarmos, porém o pior é aceitarmos essas coisas como se tivesse que ser assim mesmo, ou que nada tem mais jeito, mas vale à pena tentar. As questões da Segurança Pública não devem ser esquecidas. Se não investirem maciço na Segurança, o caos tomará conta do Brasil e a criminalidade será uma constante. Estamos já nos encaminhando para o final de 2017 e nenhuma ação da que foi prometida se concretizou. A PEC 300 tão badalada na Câmara Federal foi esquecida. Disseram que ela foi encontrada mortinha na gaveta de Temer quando ele era presidente da Câmara dos deputados.

Caros amigos policiais - temos que aderir a máxima de que: “Quem ri melhor é quem ri por último”. Os que agem deleteriamente são tragos em figura de gente e o pecado se vira contra o pecador. Dizemos sem medo de errar que os pecadores estão no ápice do governo, mas como diz o clichê popular: “Araruta tem o seu dia de mingau”, “Depois da tempestade vem à bonança”, “os humilhados serão exaltados e os exaltados humilhados’”. Avantes companheiros, mostrem suas forças, cantem o hino mais bonito do mundo em sinal de protesto, um hino feito com tanto amor e dedicação, cantem, cantem forte. Mostrem sua brasilidade, sua pujança e o juramento que fizeram de defender a sociedade com o sacrifício da própria vida. Cantem sem parar. Corporação pujante e valorosa. Que lutou sempre e sempre lutará; pelo esplendor da pátria gloriosa; Polícia Militar do Ceará. Raça de fortes, povo de bravos, radiosa terra do nosso amor; Jamais fizeste filhos escravos; nós mostraremos o teu valor. Honra e civismo: eis a legenda heroica; que nossos atos guiam e nos conduz, nós descendemos de uma raça estoica. Cujo berço é a imortal TERRA DA LUZ!

Ninguém se lembra dos policiais que morreram defendendo a sociedade brasileira. A Polícia Militar é “pau para toda obra”. Ficamos surpresos com as declarações do Ministro da Justiça que deu entrevista a um blogueiro afirmando o seguinte: “Ministro da Justiça critica segurança pública do Rio, diz blog”. Segundo o blog de Josias de Souza, do UOL, o ministro Torquato Jardim disse que o governador do Rio e o secretário de Segurança não controlam a PM. Em resposta, Pezão afirmou que o governo e a polícia não negociam com criminosos. Ministro da Justiça Torquato Jardim criticou a política de segurança pública do Rio de Janeiro durante uma entrevista publicada pelo blog do jornalista Josias de Souza, do site UOL. Na entrevista, o ministro disse que o governador Luiz Fernando Pezão e o secretário de segurança Roberto Sá não controlam a Polícia Militar e que o comando da PM decorre de "acerto com deputado estadual e o crime organizado". "Comandantes de Batalhão são sócios do crime organizado no Rio", disse Torquato Jardim, segundo a publicação. As Policias Militares em sua maioria são seculares e quem aprova orçamento para a Segurança Pública, para a Educação, e para a Saúde é o Congresso Nacional. A Organização das Nações Unidas (ONU) estabelece um policial para 250 habitantes, mas o que vemos é um déficit imoral, pois além do efetivo ultrapassado quem procura emprego e não encontra vai tentar ingressar na segurança como última opção de emprego. Como as polícias podem formar bons policiais se uma grande parte ingressa com esses predicados.

Para se formar um bom policial é preciso que ele ganhe bem, para dar sustento a sua família e seja ovacionado para tal. O ministro afirmou estar convencido de que o assassinato do tenente coronel Luiz Gustavo Teixeira, comandante do batalhão do Méier, não foi resultado de um assalto. De acordo com o blog, o ministro disse que o coronel foi executado por um acerto de contas. Torquato Jardim disse, ainda, que o socorro federal ao Rio, com o envio de tropas, vai atenuar os problemas, mas que a "virada de curva" só será possível em 2019, com outro presidente e outro governador. O Ministério da Justiça ainda não se pronunciou sobre a publicação do blog. O governador Luiz Fernando Pezão disse que o governo e o comando da Polícia Militar não negociam com criminosos e que o ministro da Justiça nunca o procurou para tratar do assunto falado na entrevista. O governador disse também que as escolhas de comando de batalhões e delegacias são decisões técnicas e que jamais recebeu pedidos de deputados para os cargos. Na Alerj, deputados que integram a comissão de Segurança Pública da casa também repudiaram as declarações do ministro e pediram investigação da Procuradoria Geral da República.

Por que tal ministro não veio a público mostrar o descaso que acontece no governo Temer que teve que investir muito dinheiro público para ser inocentado por deputados federais antipatriotas e inimigos da nação. Porque tal ministro não denuncia os ministros que estão no rol da lava-jato esperando decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Se os policiais militares do Rio de Janeiro quisessem tornar a vida do ministro insuportável, cada policial entraria na justiça para que referida autoridade provasse em juízo as declarações que jogou toda uma classe na lama. Sendo o homem imperfeito, bons e maus existem em todas as profissões, seja na política, na saúde, na educação, na justiça, nos ministérios, no Congresso Nacional e em todos os setores da vida. O ministro da Justiça, Torquato Jardim, voltou a fazer críticas à política de segurança pública do Rio de Janeiro e desafiou as autoridades fluminenses a provarem que ele está errado sobre as conexões de comandantes da PM do Rio e o crime organizado. Em entrevista ao jornal O Globo, Torquato afirmou que, toda uma linha de comando que precisa ser investigada, está sendo analisada.

“Nós temos informação: R$ 10 milhões por semana na Rocinha com gato de energia elétrica, TV a cabo, controle da distribuição de gás e o narcotráfico. Em um espaço geográfico pequeno. Você tem um batalhão, uma UPP lá. Como aquilo tudo acontece sem conhecimento das autoridades? Como passa na informalidade? Em algum lugar, voltamos à Tropa de Elite 1 e 2. Em algum lugar alguma coisa está sendo autorizada informalmente”, afirmou o ministro. Queríamos que o ministro também afirmasse como uma série de corrupções que levou o Brasil a falência passou muito tempo despercebida e só veio a toma com o Mensalão dos Correios, o Petrolão, o Propinoduto, quando a Lava-jato se instalou para averiguar tais irregularidades. As Polícias Militares em sua maioria estão com o efetivo defasado, com salários atrasados, equipamentos de defesa vencidos e com vencimentos de miséria e muitos policiais comprando seus uniformes e instrumentos de trabalho. Quantos deputados Federais, Senadores corruptos estão exercendo livremente seus mandatos e a justiça benevolentes para com eles. Será que somente os boanas é quem vão pagar o pato? De acordo com ele, embora as investigações da inteligência federal não se voltem para condutas individuais ou batalhões específicos, os dados apontam a necessidade de apurar "toda uma linha de comando".

Ele ainda rebateu a declaração de Luiz Fernando Pezão de que nunca conversou com o ministro sobre o tema, dizendo que tem "melhor memória" que o governador do Rio. Os policiais assassinados em serviço em todo o Brasil, as suas famílias tiveram a atenção devida dos “Direitos Humanos” ou mesmo do Ministério da Justiça? Sobre a associação de policiais em postos de comando com o crime organizado, Torquato voltou a afirmar que ela existe e que há dados oficiais do estado que comprovam isso. Existem também políticos que fazem parte do crime organizado é o que dizem. “Existe um serviço de inteligência sobre tudo que eu falo. Todo serviço de inteligência é sigiloso. Você não pode dizer quem, quando, como”, destacou. Contudo, o ministro diz que apesar das acusações, a parceria com o Rio é fundamental. “A parceria é necessária, inequívoca. Não há solução alguma para o Rio de Janeiro fora de uma estreita parceria entre a União e o Estado”, garante. Ele garante de boca para fora, os policiais querem que ele mostre todas as irregularidades com provas documentais. Sobre a morte do comandante do batalhão do Méier, coronel Luiz Gustavo Teixeira, na semana passada, o ministro voltou a questionar a motivação confirmada pela polícia.

“Disseram que ele estava fardado, num carro descaracterizado. Ou seja, um veículo de operação secreta ou informal. Se fosse um assalto eventual de arrastão, haveria tanto tiro de calibre pesado? Se vai assaltar um carro para tirar a carteira de um motorista, você não usa tanto chumbo, tanta munição. Perguntei a quem de direito: 'e aí, é realmente'? Vamos ver, quero ver.”. Nem sempre para se tirar a vida de uma pessoa se faz com arma de calibre pesado senhor ministro. O ministro ainda mencionou o fato do chefe da Polícia Civil e do Secretário de Segurança terem dito, segundo ele, que podiam operar sem as Forças Armadas. “Eles revelaram a vontade do governador do Estado”? Não sei. Eles revelaram uma avaliação oficial para dizer que bastava dar o dinheiro que eles faziam o resto? Acusação gravíssima que deve ser apurada de pronto pelo órgão maior da Justiça brasileira.
Eles nunca responderam isso. Estou fazendo minha avaliação também de forma informal. Não cabe ao governo federal emitir juízo sobre o governo estadual. “Agora o agente governo federal, com a experiência que tem e com os fatos que conhece não se sente intimidado a não fazer comentários”, disse Torquato. Nesta terça (31), deputados que integram a Comissão de Segurança Pública da Alerj decidiram enviar representação à procuradora-geral da República, Raquel Dodge, para que seja aberta investigação acerca das declarações do ministro da Justiça, Torquato Jardim, sobre a segurança no RJ. Em texto publicado no UOL pelo jornalista Josias de Souza, Jardim afirmou que a segurança do RJ envolve acertos com o crime organizado. Ainda segundo o ministro, os comandos de batalhões da PM são indicados por deputados estaduais. Depois de marchas e contramarchas vamos conhecer quem é o santo e quem são os diabos. Muita água ainda vai correr por debaixo da ponte. Infelizmente o nosso País as autoridades constituídas trabalham pouco em prol da sociedade, principalmente os menos carentes. É briga de “cachorro grande”, se no Brasil existe justiça não deveriam existir penas alternativas para políticos ladrões. Se o Brasil virou um caos deve-se aos quase 16 anos de governo Lula, Dilma e Temer. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- JORNALISTA-MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO CEARENSE DE IMPRENSA (ACI)- MEMBRO DA ASSOCIAÇÃO CEARENSE DOS ESCRITORES (ACE)- MEMBRO DA UNIÃO BRASILEIRA DOS TROVADORES (UBT)- MEMBRO DA ACADEMIA BRASILEIRA DE LETRAS DOS OFICIAIS DA RESERVA E REFORMADOS DO CEARÁ (ALOMERCE)-PORTAL CEN (LUSO-BRASILEIRO); RECANTO DAS LETRAS E DO PARA LER E PENSAR.





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