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Jornalismo
 
A escuridão e a luz
Por: Marlene A. Torrigo

Quando eu era criança, mesmo havendo povoamento das áreas verdes na região que eu morava, lá ainda havia muitos insetos exóticos, como o bicho-pau, a joaninha e a cigarra. E havia centenas de pirilampos que, inocentemente, as crianças os apanhavam e os aprisionava em vidros para vê-los piscando na escuridão. Como aqueles bichinhos possuíam luz própria, ausente em humanos? Crescendo fui conhecendo outros animais que emitem luz e aprendi que a nossa energia vinha da nossa espiritualidade.
A nossa espiritualidade é iluminada com boas vibrações, bom humor, acertada escolha dos alimentos que nos fornecem bem estar, fuga de vícios lícitos e/ou ilícitos, boas relações interpessoais, mudanças para melhor, aceitação bem humorada das mudanças climáticas e outras tantas atitudes positivas. É certo que se mantivermos a nossa casa fechada à entrada da luz do dia, torná-la-emos sombria, carrancuda, mas se descortinarmos os amanheceres, conectar-nos-emos à luz da nossa existência.
Amiúde bloqueamos a nossa força mental, negativando-a com pensamentos e emoções negativas que aprendemos uns com os outros, como os chamados ditados populares. “O meu santo não bateu com o dele”, “Não fui com a cara dela desde o começo”, minimizando assim a nossa claridade, nosso fulgor, sombreando-nos com condutas contrárias, intoxicando-nos de matizes funestas.
Evidentemente que não há como amarmos grandemente as pessoas como amamos a nossa tribo, mas podemos amar a humanidade daquele nosso jeitinho todo especial, iluminado! Também não há como permanecermos firmes, suportando as tensões e frustrações do dia a dia sempre sorrindo descontraídos. Ainda temos que lidar com pessoas melancólicas, entregues a um embotamento afetivo doentio. Poderíamos ajudá-las, mas nos afastamos.
Ainda assim, podemos alcançar as medidas exatas do bem, cada qual fazendo a sua parte, mesmo vivendo tantos momentos conturbados, seja no cenário político e social. Certo casal de argentinos, não conseguindo ter filhos, esperou dez anos para adotar uma criança. Quando se interessaram por um adolescente de 12 anos, Julio, eis que foram surpreendidos com quatro irmãos mais novos do garoto. Sem coragem de separar os irmãos, adotaram os cinco. Julio e seus quatro irmãos agora tem uma família bonita, graças à luz dos seus pais adotivos.
Sim, tudo na vida emana luz e equilíbrio perfeito. Ainda bem que enquanto uns deambulam pelo mundo cometendo canalhices, fingindo-se nobres de coração, outros insistem em distribuir os benesses do amor. Aconteça o que possa nos acontecer de ruim, temos que aprender a converter energias negativas em positivas. Seja brincando, sorrindo, viajando, doando, criando, cintilando, sentimos uma coisa gostosa que tem por nome, felicidade! Inteira ou meia felicidade, não importa, mas felicidade

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