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ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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O DRAMA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

O DRAMA DA POPULAÇÃO BRASILEIRA

“Decidi ser feliz, contudo não consigo evitar o tropeço, cada momento e cada hora, com a tragédia da dor humana. Não conheço ninguém, até hoje, que tenha conseguido evita-la ou suprimi-la. Eu sofro muito, essa é a verdade. Poucos muitos poucos conhecem meus tormentos. Conheço à agonia, a solidão, a frustração, a agressão, a impotência, a falta de comunicação, a desconfiança e o vazio. Nas costas, levo com tristeza a minha dor. Às vezes conheço a rebeldia. E lanço gritos até o céu para conseguir compreender o que se passa comigo”. (Marcos O. Riquelme).

No teatro de operações, em que a violência urbana e a corrupção mostram as formas de incredulidade humana, tanto nas capitais, quanto nos municípios interioranos e maior escala nos bairros periféricos, o palco da miséria se sobressai, e o cenário visual está execrado pelo modelo socioeconômico atual, o desemprego, a malandragem, pois muitos jovens de posse da preguiça mental não querem trabalhar e nem estudar, preferindo se inserir no mundo do crime e das drogas. Muitas jornalistas são verdadeiros repassadores de notícias, mas não usam a inteligência emocional, para tentar repassar algo de bom para a sociedade no sentido de direção o azimute do bem, para as famílias que possuem membros atolados na marginalidade.

Os órgãos que julgam os casos de corrupção no Brasil, já estão quase ultrapassados na forma de aplicar as penas, pois temos vistos políticos corruptos e perigosos para a nação serem beneficiados com prisões domiciliares, diferentemente dos pobres e oprimidos que são levados diretamente para os presídios e cadeias de delegacias, que mais parem com latas de sardinhas. Em nosso Brasil quem tem dinheiro de fonte lícita ou ilícita sempre sai levando vantagem sobre os demais, e aí nós constatamos que, a Constituição Federal no seu art. 5º. Não condiz com a realidade. Esse negócio de preso com tornozeleira eletrônica não resolve, pois muitos deles de posse desse aparelho continuam a praticar crimes de vários matizes.

A violência está fortalecida em todos os quadrantes do Brasil, desde o estado mais pobre, ao estado mais rico. É o crime organizado tomando conta do País, visto que eles se organizam, mas o governo não. O homem do campo, o agricultor em épocas de vacas magras não consegue colher o mínimo para o seu sustento e o de sua numerosa família. As agruras começam a infernizar a vida desse laborioso trabalhador rural, trazendo-lhe a fome, a miséria, as ações deletérias que transformam ideais de um homem sofredor em uma esperança inóspita, pois o Câncer da corrupção e da violência destrói qualquer tipo de esperança. Esses aspectos negativos leva o ser humano a migrar do seu torrão natal para o desconforto das favelas, dos viadutos, das ruas e avenidas, e das famigeradas zonas de riscos das capitais.

O Programa “Minha Casa Minha Vida”, foi mais um vetor da corrupção patrocinado pelo Partido dos Trabalhadores (PT). A falta de verbas para a Educação, para a Saúde e a Segurança deixaram o Brasil a mercê dos marginais e dos traficantes que os órgãos de Segurança Pública não conseguem exterminar. É bem provável que esses poderosos traficantes morem em zonas de luxo das granes cidades, pois aqueles que trocam tiros com a Polícia são meros repassadores de drogas. O estado do Ceará, antes pacato e hoje um estado violento, e tem mais homicídios em 2017 que em todo o ano de 2016. Outubro começou e o número de homicídios neste ano chegou a 3.417. Em todo o ano passado, foram registradas 3.407 ocorrências. Considerado somente agosto, Fortaleza registrou crescimento de 82,7% nas mortes violentas.

É de se estranhar porque nas grandes periferias não exista um grande número de policiais com quarteis bem equipados. É fácil fazer o mapa da violência é aumentar o policiamento nesses locais, já que os que vivem na marginalizados em sua maioria são de gente sem condições de vida decente e normalmente desempregados e para sobreviverem se embrenham pelo caminho do crime. As estatísticas mostram que os crimes bárbaros acontecem com mais frequência nesses locais. Saindo desse ponto de vista vamos entrar em outro bastante conhecido de todo o Brasil. Lucília Lance, 29 anos, na lápide do marido, Thiago, enterrado ao lado de um colega de corporação. Márcio Leandro do Nascimento Marins (*14-08-1971 +14-02-2017), Thiago de Oliveira Lance *08-08-1985 + 23-02-2017). A dor de uma marca trágica.

Quem são os rostos por trás da carnificina que, só neste ano, matou quase 100 policiais no Rio de Janeiro, número sem paralelo no Brasil ou no mundo. Façam uma estatística de policiais mortos em todo Brasil e verás que o governo não dá apoio as suas forças de Segurança. O efetivo se encontra 100% defasado, pois a Organização das Nações Unidas (ONU) determina percentual de 1 policial para 250 habitantes, e além do mais, o governo paga salário de misérias para os encarregados da segurança dos estados brasileiros. A Reforma da Fancaria- Sob o pretexto de melhorar a prática política, deputados tentam aprovar mudanças cujo objetivo é um só: facilitar a própria reeleição. Desde o início da reforma, deputados buscam medidas para se proteger da Lava Jato. O que pode mudar.

Os principais pontos da reforma política que serão votados. Eleição para deputados e vereadores: – Como funciona hoje: O sistema é proporcional. São eleitos candidatos de partidos ou coligações que atingem um montante mínimo de votos, o chamado quociente eleitoral. A quantidade de vagas que cabe às siglas é definida com a divisão do número de votos válidos pelo número de cadeiras disponíveis. Proposta defendida no relatório: O “distritão” estabelece que serão eleitos os candidatos mais votados. Vantagens do distritão: acaba com o chamado “efeito Tiririca”, que ocorre quando um puxador de votos garante a eleição de colegas de partido com pouca votação. Proposta discutida nos bastidores: O “semidistritão” é visto como um meio-termo entre om sistema proporcional e o distritão. O eleitor poderia votar no candidato ou Financiamento.

Como funciona hoje: As no partido. No segundo caso, os votos seriam distribuídos entre os candidatos da sigla, que elegeria os primeiros colocados. Financiamento- Como funciona hoje. As campanhas são custeadas com doações de pessoas físicas (o limite é de até 10% da renda do doador no ano anterior à eleição), recursos dos caixas dos partidos e verba do fundo partidário, que é de R$ 819 milhões. Doações empresariais são proibidas por decisão do Supremo Tribunal Federal (STF). Proposta defendida no relatório. Além das fontes de financiamento juá existentes, cria-se um fundo com recursos públicos para abastecer as campanhas, dotado de R$ 3,8 bilhões. Tramita ainda na Comissão Especial da Câmara proposta de mudança nas regras para doação de pessoas físicas que, na prática, estabelece como fato de contribuição dez salários mínimos para cada cargo de deputado. Proposta discutida nos bastidores. São duas as alternativas.

Retornar o financiamento privado ou remanejar recursos já existentes, com o fundo partidário e as emendas parlamentares, para custear as campanhas. De cúmplices a rivais. Na corrida pela delação, Eduardo Cunha, por enquanto, está atrás do doleiro Lúcio Funaro, seu antigo parceiro de negociatas. Chefe e operador. O ex-deputado Eduardo Cunha e o doleiro Lúcio Funaro a parceria no porão do PMDB funcionou durante quase duas décadas. O que ninguém fez: Programa tucano faz autocrítica inédita sobre vícios do sistema político, e amplia o racha interno. No fundo do buraco. O ajuste com aumento do déficit e arrocho no funcionamento é a proa de que o Estado está gordo demais, e só reformas vão tirar as contas públicas do atoleiro.

O aumento dos gastos públicos não ajudou a tirar o país da recessão nos últimos anos. Deputados desfrutam mordomias indispensáveis para a população, à renda mensal supera 88.000 reais. Pode Freud? A vez de Renan- Caiu à presidência da República, Caiu o presidente da Câmara. Com a delação do pagador do PMDB, a Lava Jato, agora, chega ao ex-presidente do Senado. Temer vê pela segunda vez o seu mandato ameaçado. O presidente que se diz honesto não é verdade, pois quem pratica a honestidade a justiça passa bem longe e o honesto continua levando sua vida proporcionando nuanças políticas de qualidade para a população. Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI-JORNALISTA- MEMBRO DA ACE- DA UBT- DO PORTAL CEN (LUSO- BRASILEIRO)-DO RECANTO DAS LETRAS- DO PARA LER E PENSAR E DA ALOMERCE.


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