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ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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“TREINADOS PARA MULTAR”.
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

“TREINADOS PARA MULTAR”.

“Meus sentimentos são parte fundamental da minha personalidade. É parte da minha vida cotidiana. Levo-os e os sinto em todas as partes não posso tirá-los de cima de mim por uma simples decisão de minha vontade. Não os escolho, não os peço, não os guardo, não levanto a mão para dizer: “escolho sentir tal coisa, vou sentir outra”. Muitas vezes chegam, simplesmente topo com eles em mim mesmo que não consigo descobrir ou desconheço. Muitas vezes me desconcertam e não sei o que fazer”. (Miguel O. Riquelme).

Trânsito um sistema viário muito complicado aqui no Brasil. Refere-se à utilização das vias por veículos motorizados, veículos não motorizados, pedestres e animais de tração, para fins de circulação, parada passageira ou estacionamento. As Leis de Trânsito que regem o tráfego e regulamentam os veículos, enquanto que leis de estradas são tanto as leis quanto as regras informais que se desenvolvem ao longo do tempo para facilitar e ordenar o fluxo de trânsito. É dever esse setor primar geralmente, pela organização, fluindo em faixas de tráfego numa direção particular, com cruzamentos e sinais de trânsito. O trânsito pode ser separado em classes diferentes podem compartilhar limites de velocidade e direitos, ou podem ser segregadas. Alguns países têm leis de trânsito muito detalhadas e complexas, enquanto outros confiam no bom senso dos motoristas e na boa vontade deles em cooperar evidenciando o bom desenvolvimento da educação para o trânsito.

Tipicamente a desorganização aumenta o tempo de viagem e acidentes: por conseguinte, aumenta os congestionamentos e conflitos entre motoristas. É triste fazer uma conotação negativa que ocorre aqui em Fortaleza. Desde a municipalização do trânsito criaram uma autarquia de trânsito com a sigla AMC (Autarquia Municipal de Trânsito e Cidadania). Lamentamos afirmar que determinada autarquia não vem cumprindo o seu papel como órgão de trânsito, subordinada a Prefeitura Municipal de Fortaleza. Em engarrafamentos homéricos não vislumbramos nenhum agente de trânsito para desafogar o trânsito e ele fluir normalmente, no entanto no Centro da Cidade vislumbramos várias viaturas dessa autarquia multando os motoristas menos desavisados, e não adianta dialogar, pois a palavra do agente é “palavra de rei”, infelizmente. A ganância em multar é grande e o pobre motorista que arque com as despesas. ( Wikipédia).

É bem verdade que temos motoristas mal-educados, e aí seria o caso de o Justo “pagar pelo pecador”. O trânsito em Fortaleza virou uma verdadeira salada, visto que, estão exercendo essa função a AMC, a Guarda-Municipal e os guardinhas terceirizados. Será que com essa terceirização foi aceita pela Prefeitura com intuito de beneficiar alguém? Não queremos acreditar que isso esteja acontecendo, mas no Brasil tudo é viável, e possível. Em vias particularmente movimentadas, uma desordem secundária pode persistir num fenômeno conhecido como “ondas de tráfego”. Um colapso total da organização pode resultar num engarrafamento de trânsito. É triste afirmarmos que o trânsito de Fortaleza a quinta capital do País está entregue aos semáforos, aos radares, as câmeras e aos cabeções (fotosenssores).

Já presenciamos engarrafamentos de grande extensão, enquanto agentes da AMC com suas motos nas calçadas batendo um papo divertido, enquanto motoristas estressados buzinavam sem parar. Pode Freud? Claro que não pode. Simulações do tráfego organizado frequentemente envolvem a teoria das filas, processos estocásticos (é aquele cujo estado é indeterminado, com origem em eventos aleatório). Por exemplo, o lançar de dados resulta num processo estocástico, pois qualquer uma das seis faces do dado tem iguais probabilidades de ficar para cima após o arremesso. Assim, qualquer sistema ou processo analisado usando a teoria probabilística é estocástico, ao menos em parte, e equações de física matemática aplicados ao fluxo de tráfego. Regras da estrada são as práticas e procedimentos gerais que os utilizadores das estradas seguem, especialmente motoristas e ciclistas. Elas governam as interações entre veículos distintos e pedestres. As regras básicas de trânsito são definidas por um tratado internacional sob a autoridade das Nações Unidas, a Convenção de Viena sobre Tráfego Rodoviário, de 1988.

Nem todos os países são signatários da convenção de Viena e, mesmo entre os signatários, podem ser encontradas pequenas variações locais na prática e outros fins. O Brasil se tornou signatário da Convenção de Viena em 10 de dezembro de 1990 pelo Decreto n.º 85 117, havendo no texto da promulgação apenas algumas pequenas ressalvas. É lamentável dizer que o nosso trânsito é um dos mais complicados do Brasil. o órgão de julga as multas de trânsito é nominado de JARI. É mais fácil o condutor do veículo ganhar na Mega - Sena do que um questionamento no afamado JARI. (Juntas Administrativas de Recursos de Infrações). – JARIS. A Criação de JARIs, nomeação de seus membros, aprovação do regimento interno, suporte técnico e administrativo. Desde 1993 a (FOTOSENSORES TECNOLOGIAS) tem um importante papel no desenvolvimento da mobilidade urbana brasileira. Um ano em que, ainda com o Cruzeiro Real e a inflação batendo os 33%, o caminho para chegarmos a ser um país moderno parecia distante. Desde então tudo mudou.

O país cresceu e as vendas de veículos aumentaram, junto com o trânsito nos grandes centros, que fizeram altos investimentos para garantir a segurança e qualidade de vida de seus cidadãos. O Estado do Ceará tem 184 municípios e como os prefeitos do interior vão se virar para criar a sua fiscalização de trânsito, se nem policiamento eficiente eles têm. Na maioria das cidades modernas, o semáforo constitui a principal sinalização do trânsito. Com a opção de regulagem do tempo de preferência, cada via pode ser ajustada para levar em conta fatores tais como diferenças no volume de tráfego, fato esse que, em si, já definiria a prioridade. Entretanto, existem exceções: em outros locais que não possuem esses recursos, são as trajetórias dos veículos que irão coincidir em deslocamentos que regularão a prioridade de um veículo sobre o outro.

De modo geral, já existe uma regra que estabelece o direito de passagem ao veículo que se encontra à direita e o condutor que procede da esquerda deverá, por regra geral, ceder à passagem. Embora alguns lugares estabeleçam o contrário, essa regra é universal e consta no Regulamento Internacional para Evitar Abalroamentos no Mar. Em países mais evoluídos o trânsito funciona e o aspecto real das faixas de segurança varia consideravelmente, mas as duas aparências mais comuns são: (1) uma série de faixas brancas paralelas ou (2) duas longas linhas brancas horizontais. A primeira é geralmente a preferida, visto que sobressai mais conspicuamente contra o calçamento escuro. Algumas faixas de segurança também são acompanhadas de um semáforo, o qual faz com que os veículos parem em intervalos regulares para que os pedestres possam passar.

Alguns países utilizam sinais de pedestres "inteligentes", onde os pedestres devem apertar um botão para registrar sua intenção de atravessar a via. O sinal de trânsito utilizará a informação para se auto programar, ou seja, quando nenhum pedestre estiver presente, o sinal não irá parar o tráfego desnecessariamente. Travessias de pedestres sem sinais de trânsito também são comuns. Neste caso, a lei de trânsito geralmente determina que o pedestre tenha o direito de passagem ao atravessar, e que os veículos devem parar quando um pedestre atravessa a via na faixa própria. O quanto isto é respeitado varia muito de acordo com o país e a cultura de trânsito local. As prefeituras tornam-se responsáveis pelo planejamento/ projeto/ operação, fiscalização e educação de trânsito, não apenas no perímetro urbano, mas também nas estradas municipais. Assumem as questões relacionadas ao pedestre, à circulação, ao estacionamento, à parada de veículos e à implantação da sinalização, atendendo de forma direta as necessidades da comunidade.


Por menor que seja a cidade, deve ser feito tratamento especial para a circulação segura dos pedestres, ciclistas ou carroças. O trânsito não é feito só de automóveis ou caminhões. A engenharia de Trânsito até que funciona nas ruas centrais da cidade e algumas periferias estão descobertas e não deveria ser assim, pois a periferia da cidade tem crescido bastante. Se a Prefeitura Municipal de Trânsito não tem possibilidade de arcar e ser responsável pelo trânsito de Fortaleza já que foi criado o Batalhão Estadual de Trânsito, ele deveria assumir todo o sistema de trânsito de nossa querida Fortaleza. AMC não tem efetivo suficiente para controlar o grande transito de Fortaleza e nos deixa transparecer que alguns agentes são autoritários e quem sabe, treinados para multar. Existem algumas irregularidades que as autoridades de trânsito deveriam fiscalizar: os pontos negros da capital estão descobertos, porque a JARI não julga com absoluta isenção? E porque o trânsito em Fortaleza está fragmentado em termos de fiscalização. Com a palavra o prefeito da cidade.

A municipalização do Trânsito envolve a estruturação administrativa, a preparação técnica e a adequação legal do município às normas do Contran e ao disposto no CTB. Para que os municípios passem a fazer parte efetiva do SNT, exercendo plenamente suas funções, é preciso criar os órgãos ou entidades executivos municipais de trânsito. Esta estrutura deve estar apta para executar as atividades de engenharia, educação para o trânsito, controle e análise de acidentes, operação e fiscalização de trânsito, e de apoio ao funcionamento da Junta Administrativa de Recursos de Infrações - JARI. Municipalizar é realizar a gestão do trânsito da cidade de forma completa, assumindo integralmente a responsabilidade pela engenharia, fiscalização e educação de trânsito, levantamento, análise e controle de dados estatísticos e pela criação de JARIs. Tem muita coisa e muitos detalhes que precisam ser revistos no trânsito de Fortaleza e no estado do Ceará. Se realmente houver abuso na distribuição de multas é mais uma caso de corrupção que precisa ser apurado. Pense nisso!


ANTONIO PAIVA RODRIGUES- JORNALISTA-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DO PORTAL CEN (LUSO-BRASILEIRO)- DO RECANTO DAS LETRAS- DO PARA LER E PENSAR E DA ALOMERCE.












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