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Jornalismo
 
“ O ÚLTIMATO DO GENERAL MOURÃO...”
Por: Antuérpio Pettersen Filho

BRASIL, OS TEMPOS ERAM ASSIM : “ O ÚLTIMATO DO GENERAL MOURÃO...”
Por : Pettersen Filho
Ainda outro dia, chamando os encenadores participantes do “Big Brother Brazil”, de “Nossos Heróis”, num verdadeiro espetáculo de anti-cultura e mediocridades, Pedro Bilau, rapidamente escalado para outro papel, dessa feita, mais sério, no Programa de Entrevista da Madrugada que substitui, as pencas, o Programa do Jô, mediante verdadeiro Motim do General Mourão, que ousou falar em Intervenção Militar, diante estonteante Corrupção Endêmica e Falência do Estado Democrático brasileiro, boicotado na Mídia, mas largamente reverberado nas Redes Sociais, escalando o General de Plantão, Villas Boas, que deu-se, generosamente a interpretar tal papel, entrevistado pelo “Herói Jornalista”, Bial, ocupando obscuro espaço na Madrugada, na noite de ontem, trouxe a tona, para aquietar as Casernas, e outros Generais que ameaçavam se rebelar, alguns esclarecimentos sobre as declarações de Mourão, que ameaçam a nossa torpe Democracia.

Instado a falar sobre a eventual Punição ao Colega General, Villas Boas, durante certo tempo Comandante da Amazônia, numa linha mais tênue de interpretação, alegou no Ar, e na Globo, vestido de uma farda camuflada, própria ao Exército, e cargo que ocupa, enquanto exibia evidentes traços de uma Doença Degenerativa que o acomete, desfortunadamente, que não via na fala do General Mourão, nada que o condenasse...

Espaço jamais concedido pela Toda Poderosa Rede Globo, em tempos recentes, à Oficialidade, para que esclarecesse a Nação a Questão Amazônica, a ingerência das ONGs estrangeiras, e a demarcação alienígena de terras Indígenas em Províncias de Reservas Minerais, atentatórias a Dignidade e Soberania do Brasil, o titubeante general chegou mesmo a citar Lula, quem teria dito, na Europa, que “enquanto houvesse uma pessoa indigente, passando fome, nos grandes centros do Sul do Brasil, não poderia se valorizar em Pé uma Árvore na Amazônia”, algo assim, Villas Boas, em alusão democrática, chegou, mesmo, a tratar com naturalidade, enquanto indagado pelo “Bravo Jornalista”, quanto a rotina de Gays nas Forças Armadas, bem como da atual Guerra Civil, e derradeira “Intervenção”, essa sim , no Rio de Janeiro.

Assim, enquanto a “Toda Poderosa” mitiga narrativa sobre o Período Militar de 64, na Serie “Os Dias Eram Assim”, em poética narrativa de que o Regime era brutal, encenando comedidas mortes e muita dicotomia, no Brasil de hoje, da Guerra Civil, Corrupção Desenfreada, do Cidadão enclausurado, refém do tráfico e de assaltantes, na nossa tão propalada Democracia, em que um próprio Almirante, o desenvolvedor do Programa Nuclear brasileiro, Oton, se encontra misteriosamente preso pela Lava Jato, e Temer, no rufar dos tambores da possível Guerra Nuclear do Ocidente contra a Coreia do Norte, acuada, justamente por tentar defender-se, vai a Nova Iorque, depois de leiloar o Brasil à China, beijar a mão de Trump, e renunciar ao Direito do Brasil defender-se, mediante Arsenal Atômico Defensivo, parece-nos, entrementes, que alguma razão assiste ao General...
Mas não sei a qual deles:
“Que o decida o Leitor... !????”

Antuérpio Pettersen Filho, membro da IWA – International Writers and Artists Association, é advogado militante e assessor jurídico da ABDIC – Associação Brasileira de Defesa do Individuo e da Cidadania, que ora escreve na qualidade de editor do periódico eletrônico “Jornal Grito do Cidadã”, sendo a atual crônica sua mera opinião pessoal, não significando necessariamente a posição da Associação, nem do assessor jurídico

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