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ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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OS DIAS NÃO ERAM ASSIM
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

OS DIAS NÃO ERAM ASSIM

“A despeito de todos os fracassos que possamos ter experimentados, nós não perdemos o nosso valor. Precisamos resgatar urgentemente essa ideia em nossa vida, porque ninguém chegará à vitória alimentando pensamentos de derrota. É possível que tenhamos experimentado algum tipo de fracasso em nossa vida, o que é muito natural, porque não somos espíritos prontos e acabados, estamos em fase de crescimento e aprendizado. Quem se acomoda na ideia de fracasso ou derrota, provavelmente, se imagina imune a qualquer tipo de equívoco ou inabilidade. Não deixa de ser uma faceta de orgulho ferido diante da constatação de que não temos o tamanho que imaginávamos ter.” (José Carlos De Lucca).

Muita gente no Brasil fala em ditadura, mas na realidade não sabem o significado de tal palavra tão propalada na boca dos comunistas, socialistas, esquerdistas e terroristas. Ditadura na verdade é um regime governamental onde todos os poderes do Estado estão concentrados em um indivíduo, um grupo ou um partido. O ditador não admite oposição a atos e ideias, possui poder e autoridade absoluta. É um regime antidemocrático onde não existe a participação da população. No governo dos militares havia uma sucessão e cada presidente tinha um período de quatro anos para cumprir. Foi o ano mais tranquilo em que o Brasil passou, visto que não havia essa corrupção desenfreada que acontece hoje e nem a violência predominava no Brasil. Hoje cidadãos, policiais são mortos indiscriminadamente, pois o governo atual perdeu as rédeas da nação, dando lugar ao tráfico de drogas, a corrupção, assaltos a bancos e a transportes de cargas. Na verdade a corrupção é uma palavra que vem do latim corruptus, que significa quebrado em pedaços.

O verbo corromper significa “tornar pútrido”. A corrupção pode ser definida como utilização do poder ou autoridade para conseguir obter vantagens e fazer uso do dinheiro público para o seu próprio interesse, de um integrante da família ou amigo. A corrupção é crime. Veja alguns itens que revelam práticas corruptas:* Favorecer alguém prejudicando outros * Aceitar e solicitar recursos financeiros para obter um determinado serviço público, retirada de multas ou em licitações favorecer determinada empresa. Desviar verbas públicas, dinheiro destinado para um fim público e canalizado para as pessoas responsáveis pela obra. * Até mesmo desviar recursos de um condomínio. A corrupção é presente (em maior evidência) em países não democráticos e de terceiro mundo. Essa prática infelizmente está presente nas três esferas do poder (legislativo executivo e judiciário). Os que querem encobrir a carapuça tornando-se vítimas do governo dos militares só eram santinhos no nome, e eles quando falam do regime militar esquecem totalmente das crueldades que praticaram contra os militares.

A corrupção sempre esteve presente em nossa sociedade — talvez seja o traço mais representativo do caráter do brasileiro. Entretanto, passados 25 anos do fim do regime militar, mesmo com toda a liberdade de imprensa hoje existente e a enorme massa de intelectuais e comunicadores de esquerda atuando na mídia e no sistema educacional, nunca conseguiram encontrar ou, pelo menos, divulgar casos de enriquecimento ilícito por parte dos militares que compunham o governo. Não consigo lembrar-me de qualquer dos generais-presidentes que tenha enriquecido durante o regime militar: João Batista Figueiredo, por exemplo, morreu passando dificuldades financeiras. Por outro lado, podemos listar diversos civis que se locupletaram durante o governo dos militares e que continuam enriquecendo até hoje, muitos no governo do PT: Roberto Marinho, José Sarney, Jader Barbalho, Paulo Maluf, Edemar Cid Ferreira, ACM, Michel Temer, Renan Calheiros, Édson Lobão, Fernando Sarney, Odebrecht, Andrade Gutierrez, entre muitos outros políticos, empreiteiros e banqueiros que aí estão garantindo a “governabilidade” do Presidente Lula.

E a Rede Globo de Televisão que sempre se colocou em “cima do muro” e pendendo para os que estavam no governo, hoje joga uma minissérie de ficção no ar para enganar os que não conhecem a história política do Brasil nominando-a de “Os Dias Eram Assim” que não conseguiu atingir audiência, pois o povo já está consciente do que vem fazendo os governos pós-revolução, isto é de Sarney a Michel Temer. Segundo nos informa muita bem e com muita propriedade Kristhian Heluy Gomes inserimos aqui nesse comentário; “Desde a década de 1930, a exemplo de Luís Carlos Prestes e outros, os partidários do comunismo vinham tentando tomar o poder na América Latina, para transformá-la num satélite da União Soviética”.

No fim da década de 1950, os “camaradas” começaram a radicalizar a “luta revolucionária”, criando e aperfeiçoando células de guerrilha em todo o continente: Cuba, Brasil, Chile, Argentina, Bolívia etc. Tudo com o único objetivo de INSTALAR DITADURAS COMUNISTAS, por meio das ideias de “guerrilha” — muito difundida por Che Guevara e Carlos Marighella — e “subversão” — amplamente propalada pelos soviéticos a partir dos ensinamentos de Sun Tzu em A arte da guerra. Isso foi muito antes do “Golpe Militar de 1964”. Segundo nos relata o jornalista Reinal do de Azevedo Certos raciocínios são mesmo inaceitáveis.

Perguntam-nos, em vocabulário impublicável, de onde tirei os números sobre os mortos da ditadura no Brasil. Pois não. Do livro Dos Filhos Deste Solo, escrito pelo ex-ministro Nilmário Miranda, petista, e pelo jornalista Carlos Tibúrcio. Aliás, é uma coedição da Boitempo Editorial (aquela do caso Emir Sader) e da Fundação Perseu Abramo, ligada ao PT. Logo, senhores esquerdistas, a fonte é a melhor possível para vocês. Reitero o que já havia escrito: não deveria ter morrido uma só pessoa sob a guarda do Estado. Mas é uma estupidez e uma fraude querer comparar o que se deu no Brasil com o que aconteceu na Argentina ou na Cuba de Fidel Castro — por que não? Os primeiros indícios de ditadura surgiram na antiguidade, quando Roma entrava em crise, era chamado um ditador para assumir o poder e fazer com que o governo voltasse à normalidade.

O período no poder não podia ser superior a seis meses. Durante a época do Império Romano, também houve as tiranias, quando o rei oprimia seus súditos e usava de violência para conseguir o que queria. Os derrotados querem sempre confundir a cabeça da população com mentiras e falsidades, mas já era, pois muita gente hoje, diante do que acontece com a política brasileira a maioria quer a volta dos militares. O presidente Lula com sua vergonhosa “Comissão da Verdade” que só ouvia um lado tinha como ponto primordial punir os militares, mas como um ex-presidente corrupto e comunista pode chegar à verdade ouvindo apenas um lado? Inacreditável e pretensiosa essa vontade do - “barba” que está enrolado até o pescoço.

O Clube Militar publicou na edição do jornal O Globo , um anúncio em que presta homenagem póstuma a 126 militares e civis mortos nas décadas de 1960 e 1970 “pelo irracionalismo do terror”. A homenagem acontece no dia seguinte à divulgação do relatório final da Comissão nacional da Verdade, entregue à presidente Dilma Rousseff. A presidente se emocionou ao receber o relatório e chegou a chorar ao fazer referência aos brasileiros que perderam parentes e amigos no combate ao regime militar. (lágrimas de crocodilo com certeza)

Seria uma história de carochinha se no embate entre dois grupos não houvesse mortos e feridos. Um grupo queria tomar o governo e implantar o comunismo no Brasil e o outro com unhas e dentes lutava para continuarmos no sistema que ora nos vivemos. Queríamos saber por que os traidores da nação procuram denegrir a imagem dos militares como sendo torturadores e eles vítimas? Na realidade eles são os anti-heróis brasileiros adeptos de Fidel Castro, Che Guevara, Nicolas Maduro, Hugo Chaves, Evo Morales. A América Latina, além de suas belezas naturais e peculiares simpatia dos seus habitantes, também é conhecida por produzir grandes ditadores.

No Brasil, o ditador mais famoso foi, sem dúvida, Getúlio Vargas. Anos após seu governo ditatorial, ele foi eleito democraticamente pela população brasileira. Mas e no resto da América Latina? Confira os oito maiores ditadores dos nossos "Hermanos". Anastásio Somoza (1896-1956) foi tão influente que, após sua morte, dois filhos do ditador seguiram o caminho do pai. Por mais de 50 anos, a família Somoza tratou a Nicarágua como um Estado próprio deles, tomando o que eles quisessem da riqueza do país e realizando favores a conhecidos e família. Anastásio foi um desposta cruel e desonesto apoiado pelo governo dos Estados Unidos da época por ser veemente anticomunista. Porfirio Diaz (1830-1915) foi um general e herói de guerra que alcançou a presidência do México em 1876.

Sua renúncia aconteceu após 35 anos e foi necessária nada mais nada menos do que a Revolução Mexicana para tirá-lo do poder. Diaz foi um tipo especial de ditador, porque historiadores mexicanos ainda discutem se ele foi o melhor ou o pior presidente que o México já teve. Embora o país tenha avançado e crescido muito sob seu poder, o déspota era corrupto e muitos de seus amigos enriqueceram em detrimento das classes menos favorecidas. Augusto Pinochet (1915-2006) tomou o controle do Chile em 1973 por meio de um golpe que depôs o líder de esquerda Salvador Allende. Ao longo dos quase 20 anos que governou, Pinochet foi responsável pela morte de milhares de esquerdistas e comunistas. Seu governo é conhecido pela violência e crueldade com que tratou a população chilena. Antonio Lopez de Santa Anna foi presidente do México 11 vezes, durante 1833 e 1855!

Algumas vezes ele foi eleito, outras vezes o cargo foi oferecido por outros. Seu carisma só não era maior do que o seu ego e sua incompetência: durante seu reinado, o México perdeu o Texas, a Califórnia e o New México para os Estados Unidos. A América Central estava marcada pelo derramamento de sangue e o caos que veio das lutas de independência que surgiram na América Latina de 1806 a 1812. Na Guatemala, um criador de porcos analfabeto chamado Rafael Carreras pegou em arma, conseguiu um exército de seguidores e, em 1838, assumiu a presidência do país. Ele governou a nação até sua morte em 1865.

Embora tenha sido responsável por estabilizar a nação em época de crise, ele foi um tirano que aboliu certas liberdades das guatemaltecas. Simon Bolívar foi o maior libertador da América do Sul, livrando a Venezuela, a Colômbia, o Equador, o Peru e a Bolívia do domínio espanhol. Depois disso, Bolívar se tornou presidente da Grã-Colômbia (Colômbia, Equador, Panamá e Venezuela) e logo passou a ser reconhecido como um ditador. Ainda assim, ele foi um governador erudito e nunca foi acusado de corrupto (como muitos nesta lista). Antonio Guzman Blanco foi presidente da Venezuela de 1870 a 1888 e, praticamente, sem oposição.

Gozando de grande poder, ele foi cada vez mais expandindo seu poder até chegar a um regime extremamente fechado. Vaidoso, gostava de ser referido como "O Americano Ilustre" e era apaixonado pela França. Ele ia tanto a Paris que praticamente governava por telegrama. Ele estava na cidade europeia quando foi deposto, em 1888, na sua ausência. Então, ele simplesmente decidiu ficar por lá. Eloy Alfaro foi presidente do Equador de 1895 a 1901 e novamente em 1906 a 1911, além de ser bem influente no período em que não era governante. Alfaro defendia um Estado laico e queria estender os direitos civis dos equatorianos.

Apesar das ideias progressistas, ele foi um tirano, que reprimia seus oponentes e chamava o exército toda vez que sofria um revés político. Alfaro foi morto por uma multidão enfurecida em 1912. Os dias não eram assim visto que: Os militares tomaram o poder em 1964, quando os ideais comunistas já estavam suficientemente avançados no país para propiciar a transformação do Brasil numa nova Cuba, inclusive o então Presidente, João Goulart, era bem afeito ao comunismo, ligado ao PCB e ao PSB, já havendo entre nós diversos grupos de esquerda partidários da “luta armada”.

Mas o curioso é que o recrudescimento da ditadura aconteceu de modo gradual, à proporção que os grupos guerrilheiros intensificavam suas ações terroristas e subversivas, introduzindo e desenvolvendo no Brasil modalidades criminosas como explosão de bombas (principalmente contra prédios públicos), assaltos a bancos, carros-fortes e supermercados, sequestros, julgamentos e execuções sumários — chamados de “justiçamentos”. Só cego e apaixonado pelos comunistas não tomaram ciência da verdade. Pense nisso!


ANTONIO PAIVA RODRIGUES-MEMBRO DA ACI- DA ACE- JORNALISTA- MEMBRO DO PORTAL CEN (LUSO-BRASILEIRO)- DA UBT- DA ALOMERCE- DO RECANTO DAS LETRAS E DO PARA LER E PENSAR.




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