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ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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OS CAMINHOS PARA O CAOS SOCIAL
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

OS CAMINHOS PARA O CAOS SOCIAL

“Há momentos em que você se pergunta o porquê de ter agido desta ou daquela maneira. Como temos primeiro o hábito de falar e agir antes de pensar sentiu a contragosto o remorso acusador. No entanto, não se mantenha com postura de autopunição. Para tudo há um jeito. E o melhor agora é se desculpar e se corrigir, tomando como base os próprios equívocos.” (Valdemir P. Barbosa).

Você já pensou no significado da palavra caos? O que o caos representa para a nação brasileira nos dias atuais? Alguém já pensou na confusão geral dos elementos da matéria, antes da suposta criação do Universo, do aparecimento dos seres, da realidade ou da natureza; cosmos, estado de completa desordem, confusão de ideias; amontoado de coisas que se misturam; desorganização mental ou espacial. Na Filosofia refere-se à condição desordenada que, pela tradição platônica, é anterior ao demiurgo (deus, criador). Na Geologia representa um amontoado de blocos de certas rochas, que se formam como consequência da erosão. Na Física é um sistema sem estabilidade, dinâmico, que se altera no tempo a cada pequena alteração das suas condições iniciais.

A etimologia da palavra vem do latim chaos. I. O sinônimo da palavra pode ser babel, balbúrdia, confusão, desordem e cosmos. Na realidade a política brasileira transformou o Brasil num tremendo caos. Segundo Paulo Byron Oliveira Soares Neto a teoria do caos não apresenta soluções para o problema de previsão, mas mostra os limites de sua tratabilidade. Assim, a teoria traz novas perspectivas para a modelação de sistemas lineares, que constituem a regra no mundo real. Em si é o estudo de um conjunto de objetos interrelacionados, chamados de sistema, essa teoria estuda o comportamento aleatório e imprevisível do sistema. Tais comportamentos aleatórios e imprevisíveis, tornando tais resultados do sistema caótico. Edson Lorenz classificou o efeito de realimentação do erro, como “efeito borboleta”, que apresenta claramente a dependência das condições finais, à alimentação de dados iniciais contínuos. Assim torna-se improvável uma exatidão nos resultados, por exemplo, de natureza meteorológica. A interpretação da Teoria do Caos em diversas áreas.

E como apontada por James Gleick, pode ser abordada como uma ruptura de um princípio racional. Em certos casos, como incerteza dos fatos. Tomando como base deste autor, à linha de raciocínio da teoria do caos, onde é apresentada a impossibilidade imediata de previsões de longo prazo, e aplicando-a na política brasileira, esta apresentará um quadro de incertezas e obviamente imprevisões no cenário tanto político quanto econômico. O jogo dos sete erros. O juiz Sérgio Moro deve fazer dezenas de perguntas para Lula, mas pelo menos sete delas deverão ser cruciais para o magistrado formar a base de sentença que deverá aplicar ao ex-presidente. Acusação: Procurador Deltan Dallagnol – defesa (Advogado Roberto Teixeira).

1)-Por que a família e Lula só desistiu do negócio em 2015 sem pagar nenhum real durante seis anos, enquanto os demais clientes tiveram que fazer isso em 2009? 2)- O imóvel foi um presente da OAS para a família Lula? Por quê? 3)-Lula diz que é amigo de Léo Pinheiro. Essa relação justificaria um presente desse porte? 4)- O ex-zelador Afonso Pinheiro diz que dona Marisa pediu um elevador privativo. Alguém pede um elevador privativo para um apartamento que não pretende ocupar? 5)- Por que dona Marisa e seu filho Lulinha acompanharam as reformas do tríplex, se o imóvel não era destinado a eles? Por que o ex-presidente e sua mulher Marisa acompanharam Léo Pinheiro em visita ao apartamento quando ele estava em processo final de reforma, agindo como dono e não como interessados na compra? 6)- Por que a OAS manteve o imóvel registrado em seu nome e não o oferecia a nenhum cliente em todo o período em que estava reservado para a família de Lula da Silva? 7)- Além do tríplex, a OAS pagou o transporte e armazenamento da mudança de Lula de Brasília a São Paulo.

É ético um ex-presidente aceitar presentes de um empreiteiro com negócios com o governo? Parceria togada. Quem diria: Gilmar Mendes, Ricardo Lewandowski e Dias Toffoli unidos por um mesmo ideal. É tempo de estranhas alianças? Capitaneada pelo ministro Gilmar Mendes, a segunda turma do STF se transformou, para os políticos encrencados na Lava jato, no caminho mais curto entre a cela e a porta de saída do xadrez. Acordão à vista? Até quando? Zé Dirceu, o segundo na hierarquia da corrupção petista, agora está livre, leve e solto. O ministro Gilmar Mendes virou alvo de manifestações em frente ao STF. Edson Fachin transferiu para o plenário a decisão pela soltura de Palocci. A soltura de Dirceu não foi um ato isolado. Antes dele foi à vez de Eike Batista. E, agora, Palocci quer deixar a prisão. As incoerências da Segunda Turma. Gilmar Mendes e Dias Toffoli e Ricardo Lewandowski foram contra a libertação de presos em situação de menor gravidade que a de Dirceu. Histórico de solturas.

Decisões de Gilmar Mendes beneficiaram criminosos como o - maior ficha suja do país, o médico acusado de cometer 50 crimes sexuais, além de políticos corruptos. Eike Batista, Daniel Dantas, Roger Abdelmasssih e Marcos Valério. Foram beneficiados também o ex-prefeito de Redenção do Gurgueia (PI), Delano Parente, Thiago Poeta, traficante, Alef Saraiva também traficante. Pode Freud? Aqui no Brasil tudo pode! Ricos não ficam presos. O que está por trás das decisões que permitem conceder a liberdade a pessoas que foram condenadas a cumprir penas que ultrapassam 120 anos de prisão – e por que o sistema penal do Brasil parece incapaz de dar o mesmo tratamento a todos, mantendo os mais pobres presos enquanto solta os que enriqueceram com dinheiro público. José Carlos Bumlai. O pecuarista foi condenado a 9 anos e 10 meses de prisão pelos crimes de gestão fraudulenta e corrupção passiva.

A prisão domiciliar foi revogada pelo STF em 25 de abril. Eike Batista, réu na Justiça Federal do Rio de Janeiro por corrupção ativa, lavagem de dinheiro e organização criminosa, voltou para casa no dia 30 de abril. Alberto Youssef condenado a 121 anos e 11 meses de prisão, o doleiro e um dos principais delatores da Lava Jato, ficou preso dois anos e oito meses. Deixou a carceragem da Polícia federal de Curitiba em 17 de novembro. Dalton Avancini ex-presidente da Camargo Corrêa, preso em novembro de 2014, acusado de lavagem de dinheiro, corrupção e organização criminosa. Cumpre prisão domiciliar desde março de 2015. Adriana Alcelmo. Mulher do ex-governador Sérgio Cabral (PMDB), investigada por corrupção e lavagem de dinheiro. Obteve no STJ (Superior Tribunal de Justiça) o direito de cumprir prisão domiciliar. Paulo Roberto Costa.

Ex-diretor de abastecimento da Petrobras. Condenado há 20 anos, cumpriu a pena em regime semiaberto de outubro de 2015. Sem tornozeleiras desde então. Pedro Barusco. Ex-gerente da Petrobras, condenado há 18 anos e quatro meses. Teve a pena reduzida para dois anos em regime semiaberto depois da delação premiada. O Código Penal trata com mais gravidade os crimes praticados com violência ou ameaça à pessoa o que é raro em delitos financeiros. A condenação existe para inibir um comportamento que a sociedade não tolera. O prêmio dado ao delator não pode ignorar que um delito foi cometido. “O Brasil é o país da impunidade da esculhambação há tempos. Faz mal à saúde levá-lo muito a sério! (Rodrigo Constantino). Infidelidade ideológica. Governo de coalizão pressupõe afinidade de ideias. Quem destoa, segundo a lógica do governo, deve abrir mão de cargos na Esplanada. Tem funcionado. Infiéis punidos.

Temer mandou demitir ao menos 30 funcionários indicados por deputados aliados e que votaram contra o governo. Três exonerações foram publicadas do D.O da União, 2, derrubando indicações dos deputados Deley (PTB-RJ), Expedito Neto (PSD-RO), e Ronaldo Fonseca (Pros-DF). Os três votaram contra a Reforma Trabalhista. Outras demissões não foram publicadas por serem administrativas. Mas derrubaram comissionados no INSS, de órgãos vinculados aos ministérios de Agricultura, do Meio Ambiente, de Minas e Energia, entre outros. O Palácio do Planalto indica que continuará punindo com corte quem não votar com o governo. Dançou. O deputado Deley (PTB-RJ) votou contra a reforma Trabalhista. Resultado: seu apadrinhado Marcelo Xavier de Castro, da diretoria de finanças e administração das Indústrias Nucleares do Brasil S.A.(INB) foi demitido.

A doce vida dos pelegos. A frente de verdadeiras máquinas de fazer dinheiro, sindicalistas se aproveitam da falta de transparência e fiscalização para enriquecer a custa de movimento sindical. Genival Beserra Leite (Presidente do Sindicato dos Empresários Terceirizados) é dono de um hotel e de uma pousada em Ilhabela (SP). Uma diária em um quarto quadruplo na pousada pode custar até R$ 3.240 reais. Rita DE Cácia. Presidente do SEC (Sindicato dos Empregados do Comércio) em Niterói faturava até R$ 1 milhão por mês om o desvio de taxas pagas pelos comerciários. Seu filho é o vice-presidente da entidade. 57% foi o aumento da arrecadação em uma década. R$ 3,5 bilhões foi o que os sindicatos brasileiros e centrais arrecadaram em 2016 com Contribuição Sindical. São 16.540 sindicatos no Brasil. CUT arrecadação anual de R$ 59, 8 milhões –. Trabalhadores filiados 3,8 milhões.

Força Sindical arrecadação anual 46,6 milhões tendo 1,2 milhões de filiados. UGT - Arrecadação anual 15, 3 milhões com 1,4 milhões de filiados, CSB-Arrecadação anual 12, 5 milhões com 1 milhão de filiados e CTB arrecadação anual 15,3 milhões com 1,2 milhões filiados. Sem refresco. O time, considerado “linha dura”, é considerado pela chefe de gabinete da Superintendência – geral do CADE, Amanda Athayde. A equipe de seis mulheres responsável pelos acordos confidenciais de leniência firmados entre empresas envolvidas em malfeitos e o Conselho Administrativo de Defesa Econômica. A coordenadora do grupo estabeleceu uma linha de conduta: ninguém pode mencionar o nome ou a área de atuação de empresas em negociação. A diretoria é composta por Composição• Gabinete • Coordenação-Geral de Gestão de Pessoas • Coordenação-Geral Processual • Coordenação-Geral de Tecnologia da Informação • Coordenação-Geral de Orçamento, Finanças e Logística.

O Programa de Leniência do Cade (Programa de Leniência) é um dos principais instrumentos de combate a cartéis no Brasil e no mundo. Instituído na legislação brasileira em 2000, o primeiro Acordo de Leniência do país foi assinado em 2003, e, desde então, mais de 50 Acordos de Leniência já foram assinados pela autoridade antitruste brasileira. O Programa de Leniência permite que empresas e/ou indivíduos que participam ou que participaram de um cartel ou de outra prática anticoncorrencial coletiva celebrem Acordo de Leniência com o Cade. Os signatários desse acordo devem se comprometer a cessar a conduta ilegal, a denunciar e confessar a participação na prática da infração à ordem econômica, bem como a cooperar com as investigações, apresentando informações e documentos relevantes para o detalhamento da conduta a ser investigada.

O número das negociações. O primeiro acordo de leniência assinado com o Cade foi em 2003. Mais de 50 já foram assinados pela autoridade antitruste brasileira. De 2015 para 2016, houve um aumento de 510% na procura pelos acordos de leniência graças a Lava Jato. O Cade celebra apenas um único acordo de leniência por infração denunciada de modo que as empresas e/ou indivíduos participantes de um cartel estão em uma corrida entre si para reportar a conduta. A celebração de acerto confere aos signatários imunidade administrativa e criminal e redução de um a dois terços de penalidades. Uma barbárie chamada Brasil. Incêndios de ônibus, ataques a índios, chacinas, linchamentos e outros crimes selvagens mostram que as autoridades brasileiras falharam no desenvolvimento de políticas de segurança pública. E o País como nação. 58.492, mortes violentas intencionais em um ano. A cada 9 minutos uma pessoa é morta violentamente no País, 76,3 bilhões foram gastos com Segurança Pública, As despesas com segurança pública representam 1,38% do PIB. Números de Guerra 256. 124 mortes violentas na Síria (2011 a 2015), 279.592 mortes violentas no Brasil (no mesmo período). Pense nisso!

ANTONIO PAIVA RODRIGUES- MEMBRO DA ACI- JORNALISTA- MEMBRO DA ACE- DA UBT- DA ALOMERCE- DO PORTAL CEN (LUSO-B4RASILEIRO) DO RECANTO DAS LETRAS.




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