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ANTONIO PAIVA RODRIGUES
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HOMENAGEM AS MÃES
Por: ANTONIO PAIVA RODRIGUES

HOMENAGEM AS MÃES

“Veja-se como alguém importante; não como a pessoa mais importante, mas como alguém com os mesmos direitos e deveres das outras pessoas. E, dentro da sua importância como ser criado por Deus, acredite na força de atração do pensamento, e tudo o que for do seu merecimento virá ao seu encontro. Mas, para isso você tem de fazer a sua parte. Por essa razão não se sinta menosprezado, como se não tivesse importância.” (Valdemar P. Barbosa).

O amor de mãe tem que ser presencial aonde o encargo vem à nossa esfera de ação por efeito da Providência Divina, mas a valorização do encargo e do trabalho parte exclusivamente de nós. O amor materno quando desatrelado por qualquer circunstância causa dissabores aos pais e muitas das vezes a ação terá uma reação drástica e com muito sofrimento. Mãe é síntese de carinho, da abnegação, de ternura, de sacrifício, de labor sagrado, de imolação voluntária...

É fragmentar o coração por diversos seres, continuando integral para o amor que consagra a todos eles. É a excelsa criatura que, na Terra, representa diretamente o Criador do Universo, mãe é guia e condutora de almas para o Céu, é um fragmento da divindade na Terra sombria, com o mesmo dom do Onipotente; plasmar seres vivos, onde se alojam Espíritos imortais, que são centelhas deíficas. Mãe é o anjo que Deus põe junto ao homem desde que ele entra no mundo.

Mãe é alguém que se dilui na existência dos filhos, vendo o paraíso através dos seus olhos e existindo pelo ritmo dos seus corações, para eles transfigurados em santuário do amor. Falar de mãe é falar de amor, carinho, afeição, dedicação, compreensão, companheirismo e doação. Existem mães que são verdadeiras escultoras e professoras na arte da educação. Sabem retirar da pedra bruta que lhe chega aos braços, a mais perfeita escultura, trabalhando com o cinzel do amor e o cadinho da ternura. Se os filhos nunca esquecessem que passaram nove meses no ventre de suas mães, não seria difícil descobrir porque elas os conhecem muito bem.

É muito rara a pessoa que não se comova diante da lembrança de sua mãe. Meninos que abandonaram o lar por motivos variados, e vivem nas ruas, quando evocam suas mães, uma onda de ternura e lágrimas lhes invadem o ser. Por que será que as mães são essas criaturas tão especiais? Por que são carinhosas, dóceis e insubstituíveis. Um coração de mãe é compassivo. A mãe sempre encontra um jeito de socorrer seu filho, mesmo quando a vigilância do pai é intensa. A harmonia no lar tem quer ser plena, pois nos dias atuais muitos pais fazem o papel de mães. No entender dos filhos, as mães têm ligação direta com Deus, pois tudo o que elas pedem, Deus atende.

Ser mãe é ser um poema de reconforto e carinho, proteção e beleza, mãe possui onde apareça, dois títulos a contento, escrava do sacrifício e rainha do sofrimento. Porque ser mãe, minha irmã é ser prazer sobre as dores é ser luz, embora a estrada tenha sombras e amargores. Muito se há exaltado o amor de mãe que considera o mais puro dos amores, e mais abnegada, o mais heroico. Dizem os espíritos que o amor materno é um sentimento instintivo e uma virtude. Como funções do instinto, existe também no reino animal, mas aí se circunscreve às necessidades materiais.

Isso significa que, quando o animal se torna apto a prover a própria subsistência, a mãe já não se ocupa dele, seu papel foi cumprido. Entre os seres humanos, contudo, não há apenas a função do instinto, os laços que unem mãe e filho são mais fortes, duram uma vida inteira e sobrevivem ao fenômeno da morte. Quando nasce na mulher o sentimento de abnegação e devotamento em relação àqueles que a vida lhe situou como filhos consanguíneos, essa energia psíquica, inicialmente instintiva, atinge o grau de virtude e é o bem mais precioso que alguém pode obter na situação de recém-encarnado, porque representará importante passo na sua aprendizagem do amor que é a meta da encarnação.

Crianças nuas, barrigudas, sujas, vez por outra chorando agarradas as vestes remendadas de suas geradoras chorando por alimentação, visto que a fome maltrata e subjuga os estômagos famintos de crianças, filhos (as) de mães pobres, solteiras, separadas e muitas vezes desamparadas pelo governo e a sociedade. É um dia alegre de muito prazer para as mais beneficiadas e de tristeza, choro e melancolia para outras. Entristecedora realidade nos cerca no dia-a-dia, com o quadro que nos deparamos no mundo em que a relevância do compromisso conjugal é relegada a geênicas experiências, normalmente precária e de infinita duração, pois o país do contrate social enorme e destruidor, as condições de vida serão tão precárias e as motivações sempre morrerão em seu nascedouro.

O nascimento de uma criança de família rica é uma festa sem proporções e de uma família pobre uma tristeza sem fim. Somando-se as agruras diárias que a família terá que passar não alvitrará as benesses que deveriam ter o direito devido que a lei lhe proporciona. Se o nascimento do grande Mestre teve a simplicidade que a história nos conta, as muitas Marias de hoje herdarão o Reino dos Céus, visto que Jesus sempre afirmava através de suas parábolas: “Os humilhados serão exaltados e os exaltados serão humilhados”. No dia das mães ações de caridade deveriam ter um foco especial. A caridade fortalecida pela fraternidade seria alternativa para as mães ricas e privilegiadas, cujo intuito seria a interação com as mais paupérrimas.

O amor maternal é um dever divino com nuanças que acontecem no mundo animal, como no mundo hominal. Comum em inúmeros países, o Dia das Mães é uma das datas comemorativas mais conhecidas no mundo. A história do Dia das Mães teve origem no início do século XX, quando a jovem americana Anna Jarvis perdeu sua mãe e ficou profundamente deprimida. Preocupadas com ela, algumas amigas resolveram fazer uma festa em homenagem à mãe de Anna. Ela então teve a ideia de homenagear todas as mães, vivas ou mortas. Com o tempo, a comemoração do Dia das Mães passou a ser comum nos Estados Unidos e em 1914 foi oficializada pelo presidente Woodrow Wilson. Aqui no Brasil, a data foi oficializada apenas em 1932, pelo presidente Getúlio Vargas. Ao emitirmos uma palavra de amor devemos fazê-lo com criatividade consoladora, onde a candeia do bem estiver apagada. Saudamos a todas as mães do Ceará, do Brasil e do mundo.

ANTONIO PAIVA RODRIGUES-JORNALISTA-MEMBRO DA ACI- DA ACE- DA UBT- DO PORTAL CEN (LUSO-BRASILEIRO)-ALOMERCE- RECANTO DAS LETRAS.

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