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Crônica
 
TEMER: O INATINGÍVEL
Por: Afonso e Silva


Indubitavelmente Michel Temer vai para a História como o Presidente mais forte que o Brasil já
teve. Ele pode fazer o que quiser com o país que nada lhe acontece. Usa e abusa das Forças
Armadas, desmoralizando-a com a convocação sistemática para atuar nas portarias de favelas, nas
escoltas de caminhões, na fiscalização das ruas e do trânsito, etc. Temer, auxiliado por uma equipe
despreparada, incompetente e arrogante, provoca o caos com suas constantes trapalhadas, mas nada
lhe acontece. É notório que esse capiroto é blindado, por isso está “cagando e andando” para a
Instituição Justiça, - do Supremo ao juiz de piso, para a Instituição Ministério Público, - da Raquel
Dodge ao Lima. Reduz a Instituição Congresso a uma mera mercadoria ao comprar, com dinheiro
público ou sujo, deputados e senadores para evitar o impeachment, motivado pelos inúmeros crimes
cometidos, que são do conhecimento de todos e que foram praticados durante os longos anos que
atua na política. Aliás, penso que foi a única coisa que fez até hoje: usar a política como meios
fáceis de rapinar.

Como já certificamos o Temer é um presidente, comprovadamente corrupto e sem qualquer
compromisso com a ética. Para ele vale tudo, o importante é se manter no cargo mais importante da
colônia. Os fins justificam os meios. Se precisar comprar a justiça com supremo e tudo, ele compra.
Se precisar comprar o parlamento, da mesma forma. Ele não tem limites. Mas onde fica o povo
nessa história? Sobrou ao povo pagar a conta. Aí eu pergunto: até quando? Será que o povo vai
continuar como estátua que nada vê, escuta ou fala? Finge que nada está acontecendo e se deixar
amiudar ainda mais? Falta acontecer o que para iniciar uma reação ou está tudo bem e eu é que
estou a imaginar coisas? Porque nossas discussões do cotidiano são voltadas para a seleção
brasileira, rodeios, aos shows, às novelas, big brother, festas? Porque nos afastamos da Política
como o diabo foge da cruz? Porque somos tão avessos à Política, mesmo sabendo que ela é o único
caminho para mudar de rumo? Existe outra via? Penso que não. Sabem por que ninguém se mexe?
Vou arriscar um palpite: superstição e medo. É isso mesmo: superstição e medo. Assistimos de
braços cruzados o governo sucatear as indústrias nacionais, desempregando mais de 13 milhões de
pessoas, deixar em estado caótico a educação e a saúde, enfiar a mão nos nossos bolsos com os
aumentos desenfreados da gasolina, do gás, da energia elétrica, da água, para repassar o lucro ao
estrangeiro. Cortar recursos para a educação, saúde, e assistência social desprotegendo aos menos
favorecidos, já desamparados e esquecidos pelo Estado. A última do Temer foi tirar dinheiro do
SUS, da Educação e da irrisória ajuda aos mais pobres para tapar o buraco do subsídio que
prometeu aos caminhoneiros. Será que nada disso nos deixa indignados? Nada nos sensibiliza? Nem
mesmo as malas e o apartamento em Salvador lotados de notas, fruto de propina nos causam
estranheza? Se for verdade, creio que não somos humanos e, muito menos, filhos de Deus.

Não resta a menor dúvida de que somos um povo que vivemos na escravidão. Agora eu pergunto:
porque trocar a liberdade, o que de mais precioso o ser humano almeja, pela escravidão? Numa
frase vou arriscar responder: O que nos leva a esse estado de penúria são o medo e a superstição.
Esses dois ingredientes nos tiram a oportunidade de questionarmos a nossa condição e de reunirmos
forças para nos libertar dos grilhões que nos mantém presos aos senhores brancos, donos de tudo e
de todos, inclusive de nós. E, enquanto formos temerosos, seremos tratados como escravos. O povo
que teme é reduzido a nada pelos políticos. Ao contrário, o povo que não teme é temível

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