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Celso Corrêa de Freitas
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Crônica
 
O CAMINHÃO
Por: Celso Corrêa de Freitas

Quando ele parte, sem ter hora para partir, ou quando ele chega sem ter hora para chegar, o silêncio da nossa casa que já se encontra submisso ao som da TV, do rádio, das conversas e de todo e qualquer movimento caseiro, acaba de vez, morre violado!
O ruído do seu motor no tempo de esquentamento, as acelerações, as frenagens, penetram casa a dentro e impera em cada cômodo da nossa residência.
Tem dias que da vontade de ir lá fora, ou de dentro de casa mesmo, gritar!
Desliga essa merda!
Agora ele está assim, calado, quieto, inerte. Esse seu estado já passa de três dias.
Estou até a sentir um pouco de saudade do seu barulho. Assusta essa máquina parada assim desse jeito! Quando olho para ele, vejo algo que está além, vejo nessa máquina o Brasil, quem vem sendo desmontado aos poucos por uma classe política que se alimenta do sacrifício do povo. O caminhão não é público, mas o governo do País o é, e por sê-lo eles deveriam nos servir, mas somos nós que servimos pacificamente aos desmandos desses que governam de costas para nós, o povo!
Pode ficar caminhão em frente à minha casa, e só volte a rodar, chegar, partir, fazer barulho, nos tirar o silêncio depois de ter cumprido a sua missão. Atropele esse governo, e nos ajude a mudar esse País, tirando-o das garras desses criminosos políticos.
Nos leve a andar por uma nova estrada, onde a sua importância para a economia do Pais seja reconhecida, e quem lhe conduz não seja explorado.

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