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José-Augusto de Carvalho
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Poesia
 
A MINHA ANTOLOGIA * A LUIS DE CAMOENS (A Luís de Camões)
Por: José-Augusto de Carvalho

Sin lástima y sin ira el tiempo mella
Sem compaixão nem ira, o tempo oxida
Las heroicas espadas. Pobre y triste
as heróicas espadas. Pobre e triste
A tu patria nostálgica volviste,
à nostálgica pátria regressaste,
Oh capitán, para morir en ella
oh capitão, para morreres nela
.
Y con ella. En el mágico desierto
e com ela. No mágico deserto
La flor de Portugal se había perdido
a flor de Portugal perdida estava.
Y el áspero español, antes vencido,
E o áspero espanhol, antes vencido,
Amenazaba su costado abierto.
ameaçava o teu dorso sem defesa.
.
Quiero saber si aquende la ribera
Quero saber se aquém da ribeira
Última comprendiste humildemente
última compreendeste humildemente
Que todo lo perdido, el Occidente
que orologi replica o todo que perdeste, o Ocidente
.
Y el Oriente, el acero y la bandera,
e o Oriente, o aço e a bandeira,
Perduraría (ajeno a toda humana
perduraria (alheio a toda a humana
Mutación) en tu Eneida lusitana.
mutação) na tua Eneida lusitana.

*
Jorge Luís Borges
(Tradução de José-Augusto de Carvalho)

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