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SEI LÁ ONDE É LÁ...
Por: Escritor ADhemyr Fortunatto

TEXTO PUBLICADO EM NOSSA COLUNA DO JR NOTÍCIAS, SÃO PAULO - SP, 09.05.18
PROIBIDA A REPRODUÇÃO SEM AUTORIZAÇÃO PRÉVIA DO AUTOR.
adhemyr_fortunato@yahoo.com.br
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--- Oi... Tudo bem, “Seo” Bodão?
--- Tudo bem. E a senhora?
--- Ah, eu ainda tô morando lá.
O Bodão até aqui, sentado num banco de ponto de ônibus, não entendia nada. De onde conhecera aquela senhora? Ficou achando que ela podia esclarecer, mas ele é que não iria perguntar. Aí ela quis saber:
--- E você? Agora não tá mais morando lá, não é?
--- É... --- Disse ele, resignadamente --- não moro mais lá.
--- Pois é... --- E ela reafirmou --- eu ainda continuo morando lá...
--- É... --- ‘Lá’... Onde seria esse ‘lá’? E para não ficar com cara de paisagem, o Bodão acrescentou --- Pois é. O tempo passa, né?
--- Se passa... Sabia que meu véio morreu há um ano?
--- Não sabia. --- Disse ele, já com cara de paisagem.
--- É, “Seo” Bodão... --- fez ela, triste.
--- É... Não é fácil! --- disse ele por sua vez, para mostrar que estava penalizado. Mas antes tivesse calado a boca!
--- Sabe aquela doença que meu véio tinha? --- perguntou ela, de repente.
Pronto! Se ele não se lembrava nem dela, quanto mais do velho dela! E que dizer então da tal doença?
---É... Aquela doença é cruel! --- falou então o Bodão, para ganhar tempo. Afinal, se matara o velho dela, então era uma doença dessas danadas.
---É... Eu vou indo. --- Disse ela, afinal. (E para alívio ele!). Só que acrescentou --- apareça por lá, Seo Bodão!
---Ah...?!... Ah, sim; apareço! --- Disse o Bodão, ainda sem lembrar dela. E resmungou --- eu vou é sair daqui antes que ela resolva voltar! Sei lá onde é esse lá...
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Texto extraído e adaptado do livro ‘Reflexões de Um Sujeito à Toa’, de ADhemyr Fortunatto.
Outras histórias do Bodão você encontra em:
https://web.facebook.com/livrobodao/

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