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JOSE ANTONIO SILVA DA CRUZ
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PEPINHO,PREJUIZO E NULITE:AMIZADE PARA SEMPRE
Por: JOSE ANTONIO SILVA DA CRUZ

Uma coisa bem engraçada e dificil de se ver. Vivia naquela bela cidade, um autêntico trabalhador, que era muito conhecido e chamado de pepinho, que apesar de algumas limitações acomodido por uma doença em sua infãncia
jamais se deixou abater diante dos sacrificios do seu dia a dia.
No dia de folga sempre esteve no batente, não conhecia o que era cansaço, tinha consigo em sua verdadeira
ajuda uma burra qual ele chamava de nulite e um cachorro mestiço chamado de prejuízo, era tanta atenção dada
a esses dois animais,que parecia para muitos uma forma de amor digno e interessante. Mas vejam o grande ínicio
de tudo isso:na verdade nulite e prejuizo tinha coisas bem comuns que eram amizade ou seja a burra nunca foi de
estranhar o cachorro, nem o cachorro estranhar a burra.
Observando esse contexto harmônico entre os dois animais pepinho, resolveu condiciona-los os dois ao trabalho
que ele fazia ou seja tirar coco e carregar-los para serem vendidos mais adiante.E não é que deu certo essa útil
parceria com os seus dois bichos admirados?Pois bem o tirador subia no coqueiro,,embaixo ele catava colocava na
carroça, enquanto o cachorro chamado prejuizo vigiava todo o trabalho que estava sendo feito nas redondoza da
malhada, e também na arrumação dos cocos.
Depois de tudo isso quando a corroça estava cheia pepinho subia na sua carroça e o cachorro também subia para
levar os cocos até o local a ser comercializado, a carroça sendo puxada pela burrinha de estimação,e os três em
em acordo formavam uma verdadeira sociedade de trabalho.
Quando dava meio dia pepinho comia jabá, a burrinha nulite comia casca de jaca e capim enquanto, prejuizo como
um cão bem tratado comia ração tirado da algibeira do seu dono, e todos se sentiam bem alimentados, até a hora
de chegarem em casa, e dessa forma por muito tempo evidenciaram essa convivência, de longos anos, tudo era
lfeito com a estimada compreensão de pepinho ,pois quando o cachorro dele ou seja o já conhecido e dialético
pelo apelido de prejuizo começou a enfraquecer para morrer, foi aqule alvoroço, que passou sr pepinho,jamais ele
imaginava perder seu velho companheiro que tanto lhe ajudara na criação de seus dois filhos. Mas como a vida é
passageira perdeu o seu amigo picado por uma velha cascavel,que estava escondida debaixo de uma toca de pau
as margens de uma cerca.
Estava naquele momento um lado fátidico para pepinho que nem com a morte da peçonhenta, pagaria a dor que
ele estava a sentir com a perca daquele valente cão companheiro de jornada de anos e anos.
Porém os desvaneios não pararam por aí até, pois só restava nulite a lhe seguir na sua movimentada missão de
trabalho, e como o tempo vai e volta e aplica o seu processo de envelhecimento em tudo nessa vida ,não seria
diferente com sua também companheira de trabalho chamada nulite,e dessa forma como já esperado ela dava o
início de um longo cansaço, já não aquentava mais puxar carroça fazia que dirás com cocos que era uns dos seus
principais produtos do seu trabalho,quando num dia:
nulite deu sinal de uma precoce velhice então o pepinho resolve r confinar no fundo do seu quintal,bem
compreensivo deu-lhe toda atenção necessária, trouxe veterinário para medicar ela,e o que ficou atestado foi
uma velhice precoce,então ele resolve fazer um tudo para descansar a sua querida burrinha nulite, e te-los por
muitos tempo vivo como prova de reconhecimento pela ajuda no seu cotidiano agitado,e as vezes quando seus
conterrâneos conhecidos lhe perguntava, pelos dois ele sempre respondia :prejuizo morreu combalido por uma
picada de uma cobra cascavel e nulite está aposentada no fundo do quintal por canseira e velhice precoce.
Coitado!Não sabia ele que nulite morreria numa sexta-feira pela manhã.
Confesso que foi mais um baque na vida do sr. pepinho, que chorava como menino copiosamente, naquele dia
foi como se o chão abrisse e lhe enterrasse vivo, e com grande zelo e amor sr. pepinho pagou para dois homens
cavar uma enorme cova e enterrar a sua amiga de longos anos, nas terras do seu irmão, pois jamais aceitaria
ver comidas por abutres em terrenos baldios. Dessa maneira terminava mais uma humana história de amor em
sua vida,que ele nunca pensava era que perderia bem depressa seus dois animais amigos.Hoje resta apenas na
sua vida a lembrança de uma velha amizade para sempre.

JOSÉ ANTONIO SILVA DA CRUZ
Salvador-bahia 19/02/2018



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