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Matheus Oliveira Borges
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Sátira
 
Be(ê)ba com sabedoria?
Por: Matheus Oliveira Borges

Ela era uma devassa proibida de ir à região da Bavaria, pois foi lá que se encontrou com um Kaiser que vivia na bohemia e adorava a um deus chamado Brahma. Ela tinha um copo de Crystal original que ganhou, mesmo sob um sol a pino, quando disputou a sulamericana na cidade imperial de Therezópolis. Na nova schina desta cidade havia uma dama de nome Paulistânia que, apesar de dizer que possuía uma santa fé, realizava misturas clássicas juntamente com sua santa cerva, Caracu. A devassa, metida a deskolada e de tanto ficar eufórica pelo prêmio que conquistou, deu um giro de 360° e tropeçou numa coruja bacamna. O problema é que todos, mesmo no intuito de beberem moderadamente, ficaram embriagados. Miller os aconselhou a beberem com sabedoria, mas a verdadeira Dama da santa fé disse que isto seria impossível porque o sábio não é dado à bebida. Não ouviram o conselho de Miller e o chamaram de quadrado. O Kaiser se meteu numa gelada e foi exilado para a Antártica; a devassa, por ter se envolvido num esquema de roubo de barras de “gold” na Bavaria, a mando do Kaiser, foi presa e enviada para Itaipava porque alegou que o clima na Antártica era glacial. Cintra, ao sopesar as alegações da devassa, a liberou. Mesmo o crime tendo ocorrido em 1906, o Kaiser, com toda a sua influência, fez uma reserva especial num iglu, pois não precisaria se preocupar com o custo da energia devido não necessitar de ar condicionado. A população o xingu, mas ele ficou polarizado a ela. A Paulistânia, de tanto fazer mistura com sua cerva, Caracu, se misturou com uma estrella galícia e se corrompeu a tal ponto de ter que “summer” e se esconder em Kronenbier. Caracu, ao ficar sozinha na cidade imperial de Therezópolis, teve que se explicar com o proprietário da coruja bacamna, a qual sua patroa tropeçou; por ter sido ferida a coruja bacamna e pelo tratamento caro dispensado a ela, foi presa e nem pôde pagar fiança, pois suas misturas clássicas não eram suficientes para arcar com a despesa. O cômico é que todos dizem que foi um acidente, mas as autoridades e o povo dizem: não foooooi acideeeenteee!!!

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