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Erasmo Manuel Vaz Contreiras
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Poema
 
PÂNICO NO MEU EU
Por: Erasmo Manuel Vaz Contreiras




De ventos e sopros
Sofrimento a bordo
Vi de aves ao ar
E gritos como a voz do amor
Tornando-me em grande o horror
Soltando-se-me a incolor dor

E aonde eu estava
Não estava o meu ser
Que fugia do tempo íntimo e tímido
De que nele me abrigava e me obrigava

E os povos nobres do meu eu gritavam e choravam…
Com vozes de negros ao cativo como escravos
No escuro seguindo os meus ocultos versos adversos como perversos
Que cansados marchavam e clamavam
E por mim ocultamente passavam e lamentavam

Um pânico de melancolia ao longo do dia
Que roubava o meu sono
E perturbava o meu sonho
Escondia o meu dia


Eu que sou eu
Pensei que morreu
Mas depois apareceu
Logo reviveu
E nunca mais sonhou

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