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Dona Formiguinha
Por: Juliana

Dona Formiguinha
Dona Formiguinha era muito fofinha, pequenininha.
Trabalhava sem parar, nunca descansava.

Sempre estava a carregar
Pedaços de folhas para seu lar.
Cristais de açúcar para se fartar
E migalhas de comidas para estocar.

Seu formigueiro era muito organizado
Sempre muito arrumado.
Cada coisa em seu lugar:
Nas estantes de açúcar e mel,
A garrafa e os cristais a brilhar.

Na sala, os quadros,
As paredes a enfeitar.
Tudo de acordo com o bom gosto de Dona Formiguinha
Que a muito tempo pensava em a casa arrumar.

De repente, passou ali um grande estrondo e um tremor...
Ai meu Deus:
Um Pé Grande passou
E pôs tudo a destruir.
E o formigueiro a demolir.
Dona Formiguinha viu o trabalho de uma vida inteira
Correr como água em ladeira.

Então, muito brava
várias ferroadas no Pé Grande dava.
Logo depois, para o trabalho ia e uma nova casa construía
Com a ajuda de suas amigas formigas operárias,
Quanto trabalho ela realizava.
Um novo formigueiro levantava.
E o pé grande corria e gritava.
Dona Formiga, coitada
Nunca, nunca descansava.

Após o novo formigueiro construído,
Dona formiguinha tirou um cochilo.
Sonhou com o seu prato predileto
E quando acordou, lembrou:
Ai meu Deus...
Onde está o doce meu ?
O pé grande tinha derramado todo o doce tinha se perdido.

Dona formiguinha então,
Fez uma bela visita ao amigo abelhão
Que sabendo do acontecido
O pote de mel já tinha enchido.
Dona formiguinha ficou feliz
Com o presente que fiz?
Perguntou o abelhão.
Dona formiguinha agora
já ia embora
com o pote de mel em sua costa.
E arrumou em sua cozinha nova.
E sossegada, voltava ao trabalho
Que nunca terminava.
Dona formiga, coitada,
Nunca nunca descansava.









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