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Infantil
 
O ELEFANTINHO CHAFÁ _ AS AVENTURAS DE CHAFÁ (LIVRO INFANTIL)
Por: Juliana

Chafá o elefantinho mágico

      As Aventuras de Chafá

          Juliana Kroll

                        Sobre o livro:
Chafá o elefantinho mágico, é um livro que ensina a criança os valores da vida que andam esquecidos, como amor ao próximo, preservação da natureza, trabalho em equipe, convivência com as diferenças de cada pessoa.

                        Sobre a autora:
Juliana Kroll nascida em São Paulo, e aos 17 anos se mudou para o estado do EspíHoje, escreve histórias infantis insentivada pela sua filha Ana Clara, que pede histórias diferentes das que já existem, a cada noite, aguçando sua criatividade. E desde então escreve as histórias que a conta.  Assim, nasceu o livro ¨Chafá o elefantinho mágico¨. Entre outros que ainda surgirão.

                     Prefácio
                 O elefantinho mágico:
     Era uma vez, um elefantinho cinza, muito fofinho que morava no circo do seu Rudolf.    A mamãe elefoa, trabalhava no mesmo circo nos espetáculos de desfiles e domadores.
     Ele trabalhava junto nos desfiles.
     Ninguém sabia que ele tinha dom especial.
     Quando ele esguichava água , sempre saia uma cor diferente : ora azul, ora abóbora, verde, lilás, vermelha, amarela, anil e violeta.

     Quando seu Rudolf viu ele brincando com sua tromba e jorrando cores diferentes, ficou muito animado para colocá- lo como atração principal do circo.
      Logo deu um nome para o elefantinho:
    __ Meu amigo, á partir de agora você se chamará Chafá.  E trabalhará á noite na dança das águas, no centro,no palco elevado para que todos o admirem.
      No show, á noite, ele começava o esguicho colorido para depois ligarem as luzes de baixo,  luz branca, que os tonalizava entre prata e dourado.
      Chafá e os outros elefantes dançavam num ritmo alegre.
      Ao término do show, Chafá agradecia abaixando a cabeça e balançando sua tromba.
Todos aplaudiam fervorosamente.
      Chafá ficou tão famoso que todos os circos ao redor o pediam emprestado para seu Rudolf.
     Sua magia encantava a todos. Até que um dia, Chafá gripou e não sabia se seu Rudolf iria continuar com ele ou o abandonar.    Ele temia o abandono por causa de sua tromba entupida.

      Mas seu Rudolf tinha um coração gigante. Pagou o melhor veterinário da cidade para cuidar de Chafá .
      Depois de medicado e vacinado, Chafá, voltou com mais entusiasmo pelo trabalho.
      Os espetáculos voltaram a acontecer e dessa vez, junto com a mãe elefoa, que jorrava água dourada.

     E a cada espetáculo, uma surpresa.

            As aventuras de Chafá I
     Nosso amiguinho Chafá cresceu e tornou- se uma criança curiosa, queria descobrir novos lugares, novos animais, novas formas de vida.      O circo ficava próximo á uma floresta florida, grande com bastantes árvores.     Chafá começou a ir todos os dias de manhã, colher linda e coloridas flores para dar a sua mãe.     Um belo dia, ele foi, mas não colheu flores. Decidiu entrar mata adentro para conhecer novas plantas e novos animais.Caminhou por entre árvores e montes, admirando tudo em volta.     Quando se deu conta estava perdido na floresta e estava quase na hora do ensaio do circo e o Rudolf não encontrava Chafá e chamava:    __ Chafááá, Chaaaafá... Onde você está?  __ e nada do Chafá responder.      Chafá começou a sentir medo, imaginando que nunca mais iria ver o circo.      Foi então que ele lembrou que esguichava água colorida.     Foi até um lago que tinha perto dali, e subiu num morrinho e começou a esborrifar água colorida.     Logo Rudolf viu e pensou:     __ Só pode ser meu elefantinho... ai, ainda bem que o encontrei. __ E Rudolf foi ao encontro de Chafá nomeio da floresta.     Quando chegaram, Rudolf abraçou o elefantinho aliviado. Antes do ensaio explicou para Chafá que a mata era muito perigosa.     Chafá aprendeu a lição mais, já tinha memorizado o caminho de volta, para não se perder mais.     O show de Chafá dessa noite foi magnífico.     Chafá estava feliz por estar de volta aos picadeiros.

      As Aventuras de Chafá II              
     A Pantera.   
  Chafá cresceu e já conhecia a floresta muito bem, já sabia como voltar dela para o circo.      Foi novamente passear na mata.      Como era bom andar por entre as árvores, comer frutas, respirar ar fresco e beber água da fonte.      Ele estava andando quando de repente, ouviu um rosnado. Pensou:  __ Isso não é nada, deve ser algum animalzinho que veio comer castanha de caju.      Mas o Rosnado estava cada vez mais perto e mais forte.      Chafá começou a sentir medo.      Repentinamente, um animal grande e selvagem, todo preto, pulou em cima de Chafá, o arranhanddo, e caiu no chão.   Era uma pantera.

     Chafá, com dor nos arranhões, saiu correndo da mata e voltou para o circo.Rudolf, o dono do circo, quando viu os ferimentos de Chafá, logo chamou um médico veterinário para cuidar do elefantinho, e ralhou com Chafá:    __ Eu já pedi para você não ir até a floresta que é perigosa!   Porque você voltou lá?  E agora, com esses arranhões, como vai poder fazer seu número das águas coloridas?      Rudolf estava muito apreensivo com a saúde de Chafá.      No ensaio, teve a idéia de Chafá desfilar com uma capa para esconder os arranhões.      Nosso amigo elefantinho, á noite, deu um show com a nova capa.

.      A apresentação das águas coloridas ficou suspensa por um tempo, até que o ferimento de Chafá cicatrizasse.Para o elefantinho preferido do Circo,               Rudolf inventou um novo número:     __ Chafá, já sei qual o novo número que você apresentará.   Vai desfilar com o palhacinho Azedinho.      O Azedinho adorava um suco de limão.  Também amava trabalhar no circo e fazer suas palhaçadas.  Ele era muito amigo de Chafá .      Rudolf conversou com o Azedinho e disse que no malabarismo dos pinos, ele faria com Chafá.      Chafá, ia participar pela primeira vez de um malabares.  Ensaiou muito até conseguir trocar os pinos com Azedinho.      À noite da primeira apresentação com o Azedinho, o elefantinho estava apreensivo, pois era a primeira apresentação diferente que ele fazia.      Chafá fez tudo muito certo e bonito.      A amizade com o Azedinho ajudou bastante.
      Os dois juntos fizeram muito sucesso.      A platéia aplaudia de pé e gritavam:     __ Viva Chafá o nosso elefantinho.      Chafá ficou todo orgulhoso. 

      As Aventuras de Chafá III             
Os sagüis    
  Chafá sabia que aquela floresta era perigosa e proibida para ele.      Toda vez que ele se sentia tentado a entrar na floresta, a rodeava e pegava flores para dona elefoa, sua mãe.Numa bela manhã, Rudolf pediu a Chafá ir colher flores para enfeitar o cenário do circo.      O elefante, ao começar colher as flores, sentiu algo diferente em sua costa. Olhou para o lado e viu os sagüis estavam se deliciando com a nova brincadeira, no lombo de Chafá.

      Ele achou graça e logo começou a brincar de pega- macaco com a tromba.      A brincadeira estava tão divertida que ele não queria parar.  Nunca se imaginou ser amigo de macacos.      Rudolf,estava esperando as flores que demoravam de mais para chegar. Foi atrás do Chafá e viu que ele tinha novos amigos.        Riu- se dos macacos.      Quando Chafá viu Rudolf, foi logo levando os sagüis para apresentá- los.      Chafá sem saber levava uma nova atração para o circo.      Rudolf treinou os sagüis para andarem de monociclo, bicicleta, balançar no malabares e, caminhar na bola.      Após as apresentações eles voltavam para suas casas na floresta.      Voltavam no dia seguinte para o almoço e treino.      E assim, Chafá tinha outro trabalho:      Desfilar com os sagüis no lombo.      E como sempre, era aplaudido de pé.      Chafá era um elefante muito esperto.      O trabalho para ele era diversão,e sabia que o sucesso do circo dependia muito dele.       Rudolf estava cada vez mais próximo de transformar o circo local, em circo itinerante, levando seus animais e seu espetáculo para outras cidades, encantando as crianças.        Após o espetáculo, Chafá também participava da hora da foto com as crianças.      A mãe de Chafá, cada vez mais orgulhosa de ver o filho crescer no circo.    Dona elefoa já não participava de tantas atrações, pois estava ficando muito pesada para se agüentar em pé, ainda mais se equilibrar num tambor pequeno como o das apresentações.     Rudolf só precisava dela nos desfiles com Chafá e com os sagüis.         O tempo passava e enquanto Chafá fazia seus sucessos, sua mãe se aposentava e ia viver num local para animais idosos, com todos os cuidados que eles merecem.      Chafá nas horas de intervalo ia visitá-la. Sentia muitas saudades dos números que fazia com a mãe.  Sempre ele tinha uma novidade do circo para lhe contar.        Dona elefoa, sabia que estava ficando velha e que logo não veria mais se filhote.          Então conversou com Chafá, e disse :        __ Meu filho, eu estou ficando velha e sei que ensinei tudo o que um bom elefante deve saber.  Seja sempre o bom elefante que você é.       __ Um dia quem sabe, nos encontraremos nos jardins azuis do céu.

      E assim,  dona elefoa dormiu e Chafá soube que era a última vez que veria sua mãe.

      Ficou saudoso. Logo voltou para os espetáculos para não se entristecer.      As crianças e o circo precisavam dele e não podiam esperar.Também tinha muitos amigos e seu Rudolf, que gostavam dele.

      Então, se animou e foi para o show. 

            As aventuras de Chafá IV             
    Uma nova vida. 
    Depois de conhecer e trabalhar muito com os sagüis, o circo ia fazer sua primeira viagem.     Chafá tinha crescido, e já era um elefante adulto.   Rudolf, o dono do circo, sabia que era hora do Chafá conhecer mais elefantes, para não se sentir tão sozinho depois que sua mãe faleceu.     Então  o circo foi para uma cidade próxima ás savanas africanas , onde tinha muitos elefantes.   Logo pelas manhãs, Rudolf levava Chafá passear nas Savanas e encontrar elefantes.     Chafá amou ter novos amigos.  Sempre chegava uma elefoa que tocou fundo seu coração de elefante.     Rudolf esperava a hora do ensaio para chamar seu talismã : o Chafá.     Num belo dia de sol, Chafá encontrou a elefoa.    Seus olhos brilharam de felicidade, de estar entre elefantes.    Andaram por bastante tempo juntos e quando Rudolf chamou Chafá, veio a elefoa, depois ele.

     Rudolf então nomeou a elefoa de Sol.     Aquele dia ia ser longo para Rudolf, pois tinha que treinar uma elefoa que nunca vivera a vida do circo.  Logo Sol e Chafá começaram a trabalhar juntos no picadeiro com o amigo Azedinho.     Depois de mais de um ano juntos, Rudolf deu uma surpresa para a Sol e Chafá:  No picadeiro, montou um altar e fez o casamento dos dois.     Foi um espetáculo.     Sol estava feliz com a vida no circo.     Depois de um tempo Sol tinha uma boa notícia para Chafá e para o circo:     Em breve nasceria o elefantinho filhote de Sol e Chafá.  Nosso amigo elefante enfim, formou uma família.     Quando o elefantinho nasceu, o pelo dele brilhava como o luar.     Chafá já agia como pai e protetor de família.     O tempo passou e Luar cresceu e aprendeu a desfilar no circo, no meio de sua mãe e seu pai.  A família foi ovacionada com fervor e ternura. Chafá ganhou uma vida nova.
     Após o espetáculo, a família de elefantes agradecia subindo e descendo a tromba, e balançando as orelhas.         Eram os dias mais felizes do papai Chafá.


            Aventuras de Chafá V.                
 Um novo amigo. 
     Um belo dia de manhã, Chafá estava com sua família tomando sol, quando ouviu um barulho, parecido com o rosnado da pantera, que encontrou na floresta.     Logo se protegeu e protegeu sua família.     Luar estava curioso para ver o que ia acontecer.     Sol, não entendia o medo de Chafá.     Outro rosnado, e Chafá já ia proteger sua família a levando para dentro da lona do circo, quando apareceu um cachorrinho.     
  Ele estava assustado com a sombra dos elefantes e para se defender, rosnava.     Quando viu a família de Chafá, se acalmou e foi chegando perto de mansinho, de vagarinho.    Chafá se tranqüilizou e também foi chegando perto.     Logo ficaram amigos. Sol carregava o novo amigo na costa, e ele deslizava por sua tromba, como se fosse escorregador.         Luar esguichava água para cima de tanta alegria e também foi brincar com o cão de esconde- esconde.  O cachorrinho se escondia no meio das patas de Luar que  quase dava cambalhota para achar o amigo.     Todos se divertiam muito. Rudolf vendo o cachorro, o chamou de Duque e resolveu diminuir o trabalho da família de Chafá e abria novas atrações como domar cachorros, apresentações com o Azedinho, malabarismos com os sagüis, desfiles de cavalos com moças fantasiadas entre outros.     Rudolf pensava em levar a família de Chafá para a Savana de volta para que eles descansassem e deixá-los livres, pois Chafá  , Sol e seu filhote precisavam também viver entre outros elefantes para não se deprimirem com tanto trabalho.       Rudolf, naquela noite, anunciou que seria a última apresentação da família de elefantes, pois eles iriam para uma nova casa.     O público se emocionou, e no fim do espetáculo, vieram as seções de fotos dos elefantes com as crianças.     Após as fotos, Sol e seu bebê se recolheram junto com Chafá.     No dia seguinte, com o coração partido, Rudolf levou a pequena manada para a savana. Se despediu deles com um abraço de trombas e levou o circo para outras cidades. Rudolf pretendia sempre que pudesse visitar seus amigos elefantes que lhe renderam tantas amizades.  Com o coração partido, o Azedinho também se despediu com malabares de bolas coloridas. Já era chegada a hora do circo partir. Os amigos de Chafá, com lágrimas nos olhos,  acenavam em um sinal de adeus.  A família de elefantes, também sentiu a despedida, mas logo se voltaram para a nova vida nas savanas africanas.

          Aventuras de Chafá VI                   
  A savana.     
  Assim que Chafá e sua família chegaram ás savanas, foram conhecer a área que iriam habitar.      Após andarem por entre árvores e arbustos, Chafá, escolheu o lugar da moradia de sua pequena manada.      Derrubou árvores e com ajuda de sol, levava para próximo da lagoa, as toras, que ali eram colocadas em forma de abrigo. Um abrigo gigantesco, para caber os três elefantes.
       Luar ajudava a dar os troncos, um a um para seu pai e para sua mãe. No fim da construção do abrigo e já cansados, foram á lagoa tomar banho e se refrescarem.             Chafá brincava com o já adolescente Luar, de quem fazia o chafariz mais alto.        Ao saírem da lagoa, se secaram no sol, e foram procurar alimentos.       Encontravam tudo nas árvores: frutas e folhas.      Á noitinha, Chafá contava histórias das savanas e seus animais.      __ Sabem, aqui perto, fica o território dos leões, os reis da floresta, temos que respeitá– los e temê-los.        São seres carnívoros, que quando a fome aumenta, não pensam duas vezes antes de matar algum animal para o almoço.      __ Existem outros animais mais amigáveis, como as zebras, mas também é bom respeitar a todos.      __ Se nos sentirmos atacados, larguem tudo o que estiverem fazendo, e corram para algum lugar seguro.  E é importante ouvir o sinal de perigo dos amigos sagüis e da revoada dos pássaros.       Fiquem atentos, pois deles dependem nossa salvação.      Após conversar sobre as regras da savana, os animais sabendo dos novos moradores, chegavam para dar- lhes as boas vindas.       A família de elefantes, receberam- nos com festas de chafarizes.      No dia seguinte, Chafá e sol se lembravam dos dias circenses saudosamente.         Foi então que Luar ouviu um caminhão passando por ali perto, e alguém falava que o circo estava de volta.      Luar não se agüentou e foi falar para os pais. Todos não se agüentaram de saudades e bramiram juntos.      Depois alguns dias, Rudolf resolveu ir á savana com esperança de encontrar Chafá e sua família . Gritou o nome de Chafá e Sol.        Até que eles apareceram e Rudolf os abraçou pelas trombas .  Chafá então o laçou e o colocou no seu dorso para darem uma volta pela savana.        Após o passeio, Rudolf precisava voltar para o espetáculo da noite.      A família de Chafá então voltou para o lar que construíram e dormiram .      No dia seguinte, souberam uma novidade da savana, que os novos elefantes de lá os contaram.      Contaram para Chafá que o pior perigo, era o ser humano que matavam os elefantes para arrancar- lhes os dentes externos, pois é deles que se fabricam botões de um material precioso que chama Marfim.      Desse perigo eles não sabiam como se defender.  Pensaram então em se unir com os leões para se protegerem.      Sol e Luar conheceram novas famílias de elefantes.        Luar, arranjou uma namorada e Sol, carregava com ela uma novidade: Em breve nasceria uma nova elefoa.

            As aventuras de Chafá VII                   
    O leão amigo      
 Era uma bela manhã de sol. Chafá já tinha acordado quando resolveu caminhar com outros elefantes para uma reunião de amigos.   Nessa reunião iam decidir onde montar o clube da manada, onde todos se reuniriam socialmente e divertiriam- se.       O primeiro item da reunião,foi o lago.         __ Como construir um lago na savana?        – Perguntou o Elef, o mais velho do grupo.        Todos pensaram juntos e o Elefanio respondeu:         __  Se todos socarem a terra até a água emergir, podemos ter um lago bem grande e fundo. __      A idéia do Sr. Elefanio foi aceita por todos.       Com esse lago, apostariam quem lançaria água mais longe.       O segundo item da reunião,era o local do lago.        Dona Eleofa disse:        __ Tem que ser o mais próximo possível do rio dos leões.       A idéia foi ótima dona Eleofa, mas temos que ter cuidado, pois vamos estremecer a Terra.  __ disse seu Polifante.       O terceiro item da reunião era o da pista de corridas.        __ A pista de corrida, tem que ser longe dos limítrofes dos leões. __ Disse Chafá.       Então começaram a bater os gigantescos pés de elefantes, até que a água subisse, como foi dito na reunião.       A terra começou a tremer e os leões ficaram desnorteados, sem saber o que estava acontecendo, e como parar em pé na terra que tremia.


       Todos se espalharam como podiam andar, cambalear e se arrastar, para as fronteiras.       Não encontraram nada então voltaram.       No dia seguinte, a terra voltava a tremer.        Então, o rei leão, foi até a beira do rio e viu a manada de elefantes pisoteando a terra fortemente.  Então deu um rugido para chamar a atenção dos elefantes.Chafá mandou parar tudo.        __ Parem, por favor. Um leão apareceu do outro lado do rio. Vamos ver o que ele quer.  __ e lá foi Chafá conversar com o leão.       O leão perguntou:       __ A dois dias a terra treme sem parar, e nós leões não conseguimos ficar de pé.            Estamos ficando furiosos.       __ Você, pode me explicar o que está acontecendo?       __ Chafá não temeu pois o leão o conhecia.  


          As Aventuras de Chafá VIII            
     O asilo     
 Depois de tantas aventuras de Chafá, seu reinado entre os elefantes tinha terminado.         Começava uma nova história com Luar e sua família, e também um novo reino, liderado por Luar.      Os amigos de Chafá, elefantes da savana, também se encontravam nesse lugar, onde os passos da manada eram pesados e diminuídos.      Onde também eles descansavam.    
  A velhice tinha chegado e Chafá só pensava em dormir e comer.      Foi engordando e ficando cada vez mais pesado, mais velho e mais sapiente.       Vivia agora num lugar onde o perigo de ataque de leões famintos era constante.             Mesmo pesado, ele ainda conseguia se defender. Sol também estava o acompanhando na velhice, na defesa e no amor.       Todos os dias acordavam juntos, tomavam seu café da manhã, andavam ao sol e descansavam.        Às vezes, a pequena manada de Luar, Estrela e Cometa, iam visitar os idosos com todo cuidado para não serem seguidos por leões.       Chafá e sol ficavam em festa quando esses dias chegavam. Era uma alegria imensa rever os familiares.      Um belo dia, Chafá já tinha recebido sua visita, quando deitou para descansar.Dormiu um sono profundo, e sonhou que estava no paraíso, com asas no céu azul, encontrando sua mãe.      Sol viu que Chafá não acordaria mais, e foi se sentindo sozinha e triste.      As visitas de Luar se tornavam cada vez mais freqüentes e ainda assim, Sol se sentia solitária, mesmo entre tantos amigos.       Foi quando ouviu a propaganda, do carro de som do senhor Rudolf. Ele também tinha envelhecido bastante, também tinha se tornado idoso e estava por perto.     Sol se lembrou dos bons tempos que passaram juntos e ficou na expectativa do seu Rudolf aparecer.      Uma semana depois, o carro do circo passava por ali e Sol ouviu seu Rudolf o chamar.         Seu coração pulava de emoção de ver que o velho amigo não a esquecera.      Foi em direção á voz do seu Rudolf e encontrou a turma toda do circo.      Seu Rudolf ia se aposentar e precisava de uma companheira.  Teve então a seguinte idéia:      __ Sol, tenho um presente para ti:      __Você irá comigo para minha fazenda, me fazer companhia.  __   E colocou o laço no pescoço de sua melhor amiga e a levou para sempre, das savanas.      Luar andava muito ocupado com sua manada para reinar e guiar, e já não visitava Sol com freqüência.        Quando ele resolveu visitá- la, os amigos dela o avisaram de seu Rudolf, que a tinha levado embora.Então Luar pensou:      __ Melhor assim, ao menos sei que ela está sendo cuidada por alguém.      Sol viveu mais seis anos e na fazenda do seu Rudolf conheceu o céu azul e a vida de anjo.  Lá encontrou o anjo do Chafá e da mãe dele que lhe mostrou cada lugar lindo visto do céu.                                
    Fim


   Agradecimentos:
Primeiramente a Deus, pelo dom de escrever, pela criatividade e por ter me soprado a história nos ouvidos.
Em segundo, á minha filha Ana Clara Kroll Soares, que me aguça  a criatividade todas as horas do sono.
E finalmente á psicóloga e amiga, Ravena Negromonte, que fez nascer a idéia de publicar a história.

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