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Crônica
 
Religião e o conservadorismo
Por: amauri valim

Não pode ser saudável em um desenvolvimento pleno da humanidade, valer-se de uma única verdade, ou de uma máxima no poder dos discursos, se estamos evoluindo há de se crer que os valores e as verdades sejam mutantes. Através dos comportamentos da sociedade se comprova que os indivíduos são submetidos à menoridade por processos da religiosidade e da política em heranças culturais. Acredita-se que para todos os povos existam indivíduos constrangidos por autoridades e líderes.
Há muito que se preocupar com a ética e valores morais, esse processo vem sendo tratado desde antes de Cristo, Aristóteles já tratava da ética. Acredita-se que em muitas correntes filosóficas foram tratadas os valores humanitários e minoritários, mesmo em consonância com os planos da religiosidade ora por um viés das práticas da religiosidade.
É necessário sempre um plano ético a cuidar da moral dos indivíduos organizados em sociedade, visando o direito igualitário despretensioso e livre das doutrinas idealistas e da catequização. Na liberdade de cada indivíduo há mecanismos radicais às vezes perversos, onde se acredita no livre arbítrio sendo a liberdade falsa e contrária à ética e aos fenômenos sociais.
Entende-se que a liberdade está sempre compartilhada, concedida e caracterizada como individualidade, porém limitada. A sociedade não pode ser vítima dos exageros individuais, dos planos da hipocrisia criacionista, assim como os indivíduos não podem sofrer pela preponderância de líderes políticos e religiosos.
A menoridade é notória e necessária para a sobrevivência apenas dos planos religiosos e políticos que regem os indivíduos organizados em sociedade ou não. Há uma impossibilidade de atingi-los uma igualdade entre indivíduos, sendo que a igualdade é inconveniente para esses sistemas, tão difícil seja o reconhecimento dessa igualdade no outro. Percebe-se que o sistema político tem bases em sistemas religiosos, prevalecendo-se do conservadorismo e do apoio em defesas de grupos independentes de classes politicas e religiosos. Aproximadamente 25% (vinte e cinco por cento) dos jovens se abstenham do sistema politico e religioso devido a um estado de incredulidades neles. Não parece claro nos interesses das instituições em abrir discussões sobre suas finalidades e participação dos jovens nas discussões, pois poderá ser vista como ameaça a esses sistemas. Os jovens pretendem esclarecimentos, rapidez, exposição o que vão ao contrário as ideias conservadoras. Há uma pretensão para a maioria dos jovens para o entendimento do papel da política e religião, mas são enfraquecidos pelos grupos de interesses conservadores onde o poder ainda prevalece, logo, contrária a pretensão jovial acabam discutindo apenas o seu papel nas instituições. Faz-se necessário o entendimento ético das instituições e uma moralização das práticas das organizações religiosas e políticas.

(A, Valim)

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