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Acróstico
 
vagante
Por: Celso Roberto Nadilo

sob a dor do punhal cravado no peito
gritos de dor sobre a solidão,
murmurosos entre medo e a ilusão,
definho em simples declarações
descubro que infinito pode ser uma gota
dentro de um mundo vazio e sem vida,
após tanto amar num poço de triste
a vaidade tornou se apta...
numa visão nua desigual para infinito
apenas a dor de uma ferida
profunda até alma parece que está
longe de todos a tudo vagando
numa escuridão sem fim,
do qual o abraço da morte soa docemente,
no caos de pensamentos tristes
de tudo representa o nada,
futuramente um estante do que imaginei ser feliz...
para tanto esperar e ter esperança,
em algo que nunca aconteceu,
diante sua voz o vento sopra como uma musica,
deletando cada nota no vespertino,
o relato toma formas e desejos,
do qual sonhei esperei viver algo belo como o amor.

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