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Infantil
 
Roda Gigante
Por: Juliana

Roda Gigante
Num parque muito grande, onde tinham muitos brinquedos como teleféricos, carrosséis, carrinhos de batidas, splash, autoramas, Dumbo o elefante voador, o tapete mágico de Aladim, submarino, minhocão, barcos vikings de todos os tamanhos, safári na terra dos dinos, entre outros, o mais querido da criançada era a Roda Gigante.
Uma roda gigantesca de ferros, com cadeirinhas penduradas coloridas, onde as crianças com seus responsáveis se sentavam e o responsável pelo brinquedo colocava uma barra de ferro como segurança.
Depois de todas as cadeiras travadas, apertava o botão que fazia a roda girar, e começava um show de emoções.
As crianças ficavam encantadas ao ver o mundo todo do alto e lá em cima podiam escolher em qual brinquedo ir após a roda parar.
Na roda a sensação era maravilhosa, de liberdade, mesmo estando preso a uma cadeira.
Quando o passeio rotativo parava, batia uma vontade de continuar e a maioria das crianças não saiam das cadeiras, indo mais uma vez lá para cima e para baixo, num ciclo cheio de emoções.
Ao chegarem no parque, tinham duas opções: Ou pagavam mais caro por um passaporte ou contavam quantos brinquedos iam e compravam o número certo de ingressos sem poder repetir a diversão no mesmo brinquedo. A maioria preferia o passaporte, para a diversão durar o dia todo.
Só paravam na hora da fome, quando procuravam dentro do parque uma lanchonete, para lanchar e continuar se divertindo. Geralmente esse horário, os personagens da Disney faziam a parada e as crianças podiam tirar fotos com seus personagens preferidos: Mickey, Minnie, pato Donald, Pateta, Margarida,Pluto, entre outros.
Depois do lanche e da parada, ainda podiam passear pelo parque de trenzinho com eles, e continuar curtindo os brinquedos.
Quando o relógio batia cinco horas, era a hora das crianças voltarem para casa. Muitas choravam pois queriam morar no parque outras reclamavam que brincaram pouco. Mas no fundo, o parque começava a ter uma cara triste, de abandono.
Após o sinal das cinco horas, acendiam- se a iluminação que era em forma de pirulito: cada lâmpada de uma cor.
Os técnicos dos brinquedos chegavam e faziam a manutenção dos brinquedos, principalmente dos mais perigosos, para no dia seguinte a brincadeira recomeçar com outras crianças.
Nesse parque também tinha brinquedos como balanço, escorregadores em espiral e em tubo Gam, gangorras, trepa- trepas, de várias formas e cores.
Muitas iam com excursões de colégio e também brincavam o dia todo.
Depois entravam no ônibus para irem para casa, e a animação não acabava. Cantavam, brincavam, riam, e não paravam de se divertirem. Só quando chegavam a escola é que a animação acabava e o cansaço batia. Os pais iam buscar seus filhos na escola e logo chegavam a casa, para que a criança descansasse, davam o jantar, banho e... Bons sonhos, pequenos.
Muitos sonhavam que ainda estavam no parque, brincando na roda gigante, outros dormiam de tão cansados que não sonhavam.
Na próxima aula, faziam uma redação sobre o dia no parque, e entenderam que a vida é como a roda gigante: em ciclos.
Hora muito legal, alegre e feliz, lá em cima; outras, não tão boas, e por vezes deprimente, lá embaixo, onde você não vê o horizonte, e nem encontra soluções para os problemas.



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