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Resenha
 
Leonardo DiCaprio: um grande ator
Por: Marlene A. Torrigo

Eu não gostava muito do Leonardo DiCaprio quando ele era jovem. Aquele menino de olhos azuis, infernalmente bonito, não ganhou a minha simpatia de imediato. Pareceu-me mais um ator deslumbrado, meio afetado pelas luzes de ribalta sobre ele.
DiCaprio virou símbolo sexual, elegeram-no como uma das cinquenta pessoas mais bonitas do mundo, transformou-se em um profissional das arte cênicas bem sucedido.
Ainda assim eu ainda não o considerava um grande ator. Não conseguia compará-lo a Marlon Brando, ou Robert De Niro, ou Sean Connery, ou seja, não conseguia enxergar nele talento como o de atores do primeiro timaço de Hollywood.
Contudo, assistindo seus filmes, com o tempo consegui ver nele um homem culto, possuidor de grande carisma, excelente na arte de atuar. Em “Diamante de Sangue” e “O Lobo de Wall Street” ele simplesmente arrasou. Em “O Aviador” ele alcançou o ápice da atuação no papel de Howard Hughes, um homem com esquizofrenia, apaixonado por cinema e aviões. Nas cenas de psicose de Howard, Di Caprio emocionou, chocou, impactou. Mostrou não ser apenas mais um rosto bonito na tela.
Sim, DiCaprio é um astro de primeira grandeza. Tomara que consiga seu primeiro Oscar. Se não for dessa vez, ele é jovem, e estrelará outros filmes grandiosos. Terá sua chance.
Vale lembrar que o ator Kirk Douglas, apesar do seu grande potencial de interpretação, jamais ganhou o tão cobiçado prêmio, em décadas como um dos maiores astros de Hollywood. Foi indicado três vezes, sendo que na terceira indicação interpretou Van Gogh, numa atuação magnífica. Kirk finalmente recebeu o seu Oscar, em 1996, por “50 anos de modelo moral e criativo para a comunidade cinematográfica."
Estarei sim, torcendo por DiCaprio. Ele merece levar a estatueta por sua excelente atuação em O Regresso.

***A história do Oscar

Ele mede apenas 33 centímetros, pesa 3,85 quilos e se chama Oscar: o careca musculoso, banhado a ouro e que se ergue sobre um rolo de filme é um dos prêmios mais importantes do mundo da sétima arte.
Ainda que o Urso de Ouro de Berlim ou a Palma de Ouro de Cannes tenham um enorme significado para os cineastas e para a comunidade do cinema independente, há quase um século o Oscar é visto por milhares de pessoas ao redor do mundo como um dos eventos mais egocêntricos de Hollywood: repleto de estrelas com roupas glamourosas.
O mistério da origem do nome tão comum, fato raro para um prêmio, é uma das lendas utilizadas para atrair mais a atenção.
A Academia das Artes e Ciências Cinematográficas criou o Oscar em 1927 para promover seus filmes e honrar o desempenho de atores, atrizes, diretores e outros realizadores, que competem em 24 categorias. Originalmente, a Academia contava com 36 membros, mas hoje já soma 5.830.
O diretor de arte do estúdio Metro-Goldwyn-Mayer, Cedric Gibbons, foi eleito para desenhar a estatueta: um homem desnudo e corpulento, com os braços cruzados segurando uma espada e parado sobre um rolo de filme.
A primeira cerimônia --simples e rápida-- ocorreu no dia 16 de maio de 1929 no Hotel Roosevelt de Hollywood, a poucos metros de onde atualmente são entregues os prêmios, o Teatro Kodak. Desde a primeira cerimônia, milhares de troféus foram entregues em uma festa que se tornou um evento pomposo.
As primeiras estatuetas eram de bronze, mas durante a Segunda Guerra Mundial --devido à escassez de metais-- os troféus começaram a ser feitos de gesso, sendo logo substituídos pelas atuais figuras banhadas a ouro e prata.
O troféu não foi sempre chamado de Oscar, mas sua forma não mudou desde seu nascimento, exceto quando foi acrescentado um pedestal, em 1945.
Uma lenda indica que a responsável pela biblioteca da Academia e eventual diretora-executiva Margaret Herrick achava a estátua muito parecida com seu tio Oscar. Então, seus funcionários começaram a se referir à estatueta como Oscar.
Um jornalista especializado em Hollywood, Sidney Skolsky, utilizou o nome em uma coluna de 1934 ao se referir ao prêmio de melhor atriz recebido por Katharine Hepburn, e a Academia começou a utilizar o "apelido" em 1939.
A primeira cerimônia durou 15 minutos e foram distribuídas 15 estatuetas. Hoje em dia é uma transmissão de mais de três horas vista por cerca de um milhão de telespectadores no mundo.
Divulgados inicialmente através de rádio, os prêmios da Academia foram transmitidos pela televisão em preto e branco pela primeira vez em 1953, passando para a transmissão em cores em 1966.
(Fonte: POP&ARTE)

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