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Ensaio
 
Cuidado com a lei
Por: amauri valim

A condição de pecado dado pela lei da igreja é um prejuízo inestimável ao humano, são leis que punem e julgam indecente o desejável. De maneira ignorante promove a hostilidade contrapondo a virtude da intelectualidade. O religioso está condicionado a uma crença por obrigação (lei religiosa) que a religião o faz através de uma força alheia, invisível que provém do nada, capaz de sobrepor à razão.
A onipotência poderia ter produzido no organismo humano algo melhor que a crendice, algo mais inteligente que a fé, capaz de sobrepor todos os argumentos metafísicos. O cristianismo é uma fábrica de personas cujas santidades são de utilidade pública, detentores das leis cristãs que determinam ações do corpo e da alma consideradas importantes para o bem estar e para dar conceito de imortalidade espiritual. Porém em alguns momentos o modernismo e os altos índices de Q. I. contradiz as instruções teológicas na doutrina da imortalidade e contribui para uma separação entre plano metafísico e as leis naturais terrenas.
O crente tem prazer na lei de Deus, porém é aprisionada por outra lei da natureza da sua mente, uma transgressão natural capaz de sobrepor à lei divina, esta lei chama-se: lei do pecado, a lei do bem e do mal. O homem é conhecedor das leis da bondade divina, leis universais para todas as compreensões, porém é também consciente da conspiração da carne e com frequência é perturbado e excitado o que parece ser nocivo ao cristão ainda que se considere um fenômeno puramente natural. É dever da igreja em fazer a diferenciação entre Deus e o demônio e pô-lo medos atribuídos aos seus poderes, o propósito da obediência. Quando se impõe medo cultiva-se também o ódio e a vaidade, porém tão difícil discerni-lo a virtude na religiosidade devido a uma paixão condicionada aos efeitos das leis da religião pelas causas impossíveis. É possível que o ódio seja direcionado a aqueles que representam prejuízo às virtudes da igreja.

Amauri Valim

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