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Elelfante como formiga?
Por: Haroldo Pereira Barboza

Elefante come formiga?
A exemplo de outros “elefantes inúteis” que foram produzidos para encobrir desvios de verbas aplicadas em licitações suspeitas, o Maracanã caminha para se tornar o chefe da manada.
Depois de ter sido reformado em 2006 para o PAN-2007, não parece lógico que em 2013 já estivesse “arcaico” para abrigar a copa de 2014. Bastariam uns R$ 100 MI para dar-lhe um retoque (em 2 meses) para o tal evento.
No entanto, demorou 14 meses e o montante foi quase 10 vezes superior, para que provavelmente vários signatários recebessem suas “comissões”.
Em janeiro e fevereiro de 2016 o gigante está adormecido. Abandonado pelo futebol, que foi substituído por shows de rock. Como um show deste porte supera as expectativas dos administradores do estádio?
Simples equação.
Jogos fracos com 12.000 pagantes + jogos médios com 25.000 pagantes + jogos de elite com 55.000 pagantes + finais acima de 70.000 pagantes = lucro para todos.
Mas o “produto” futebol, que vai desde a preparação de tabelas inteligentes + horários adequados + conforto para os pagantes + venda de ingressos + segurança + transporte + cotas justas de TV + o que eu esqueci foi deitado num 5º plano por vaidade e ganância que usam a paixão popular apenas em proveito próprio enquanto dirigem seus clubes. Com este pacote fedendo a esterco, os patrocinadores poderosos se afastam. Se pulverizam pelo Volei, tênis, surf, hóquei e até rúgbi (esta é de deixar o queixo caído).
Se o assunto futebol fosse conduzido por empreendedores futuristas e honestos, poderíamos manter os melhores atletas em nosso território. Nossa seleção continuaria forte. O mundo pagaria bem para assistir nossa “tupiniquim league”. Todos lucrariam. Até o povo levantaria sua estima para lutar por melhorias em áreas sociais onde pagam altos impostos e são desrespeitados.
Que administrador de arena vai alugar espaço de 80.000 expectadores para abrigar 2.000 pessoas em jogos fracos? Público que não passa de 50.000 nem nos jogos finais!
Perdem os torcedores. Perdem os clubes. Perdem os jornalistas esportivos.
Ganha a Alemanha. De goleada.
E a grama cresce sob o Sol alimentando formigueiros para saciar os “elefantes”
.
Haroldo P. Barboza – Andarai / RJ – fev / 2016

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