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Resenha
 
Inesquecível Princesa de Gales
Por: Marlene A. Torrigo

Diana, ela raiou como um sol em meio àquela família fria, conservadora, medieval. A tímida moça tornou-se a Princesa de Gales ao casar-se com o Príncipe Charles do Reino Unido. Realizava assim o sonho de milhares de moças de casar com um príncipe encantado de verdade. Seu sorriso resplandecia.
Após o casamento, belíssima, charmosa e ícone da elegância, tornou-se a celebridade mais fotografada em todo o mundo. Era invejada, copiada, ovacionada pelo povo. Os paparazzi perseguiam-na a cada passo.
Entretanto, os príncipes encantados da vida real são diferentes dos príncipes de contos de fadas. E os castelos de sonhos de Lady Di ruíram quando ela descobriu que seu príncipe, em verdade - um homem sem atrativos, favorecido apenas por ter nascido na realeza inglesa – era um sapo terrível.
Ao se descobrir traída desde antes do casamento e que fora usada apenas para assegurar herdeiros ao trono, a bela princesa literalmente ensandeceu. Reagiu como qualquer pobre mortal ao ser ver confrontado com o inimaginável.
Sabendo-se publicamente ultrajada, rendeu-se à tristeza infinita, à depressão. Seu belo sorriso morreu.
Diferente da Imperatriz Leopoldina do Brasil, que apesar de maltratada e traída por D. Pedro I, amava-o deveras, Diana, revoltada, enfurecida e vingativa, exigiu o divórcio, afrontou Elizabeth II, desobedeceu protocolos, colecionou namorados - afora os namoricos criados pela mídia. Seus melhores amigos passaram a ser, não nobres, mas roqueiros excêntricos, pessoas destituídas de brasão, plebeus, para desespero da realeza.
Não mais se assistiria uma princesa feliz com seus sorrisos nascidos da alegria da alma. Seus súditos veriam agora sorrisos forjados de uma pessoa do olhar triste e muito, muito infeliz.
Sempre às voltas com feitos filantrópicos, Diana tornou-se poderosa ativista, atuando especialmente no combate à AIDS e no desarmamento de minas terrestres. Em verdade, ao dedicar-se às causas beneficentes, vingava-se da família real que tão covardemente a espezinhou. Seu subconsciente fervia de revolta por ter sido feita boba da corte perante todos: “Vejam, eu superei, eu venci, eu sou amada, adorada, eu sou Diana, a mãe do futuro rei da Inglaterra...”
Rendida à fatalidade dos seus dias fadados ao infortúnio, a Princesa de Gales morreu jovem, como jovem morreu a imperatriz Leopoldina, primeira esposa de D. Pedro I - que sofria de grave depressão, destruída que foi pelo galante e rude imperador do Brasil, que a traiu publicamente com a Marquesa de Santos.
Leopoldina nasceu princesa legítima, Diana descendia da aristocracia britânica, portanto ambas nasceram em berço de ouro. Cresceram ricas e felizes, contudo, mostra-nos as dramáticas histórias de suas vidas que diante do sofrimento a dor dói igual em todos.

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