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Resenha
 
Dalva e Herivelton – uma canção de amor
Por: Luiz Carlos Santos Lopes

Luiz Carlos Santos Lopes
Foi difícil a quem assistiu à microssérie brasileira Dalva e Herivelton – uma canção de amor, produzida pela Rede Globo de Televisão e levada ao ar de 4 a 8 de janeiro de 2010, não sentir saudades. Ainda que o saudosismo seja considerado por alguns um sentimento piegas, a minissérie levou a uma viagem ao passado, quando o romantismo imperava; a vida parecia fluir mais devagar; , e tudo parecia mais belo, ingênuo e acolhedor.
Mais uma vez, Maria Adelaide Amaral mostra o seu talento, conseguindo abordar um tema do passado, mas que ficou na lembrança. Ela conta as recordações de Peri Ribeiro, um dos filhos do famoso casal de artistas, sobre a trajetória de sucessos que seus pais protagonizaram no Rio de Janeiro, nos anos 1940, em plena segunda guerra mundial.
Através de episódios reais, a minissérie retratou a a era de ouro do rádio: a Rádio Mayrink Veiga e a Rádio Nacional, só para ficar nesses exemplos –, quando as famílias se reuniam para ouvir seus programas favoritos. Naquela época, o rádio tinha um papel preponderante como veículo de comunicação de massa.
Como não existia televisão, era o rádio que agendava a vida das pessoas, a população ficava sabendo e discutia os acontecimentos mais importantes, ouvia a sua novela favorita, acompanhava o lançamento dos cantores, nos programas de auditórios, e outras atrações, com transmissões diretas do Cassino da Urca, por exemplo.
O diretor Dennis Carvalho homenageou também outros nomes famosos, como Chico Alves, Linda Batista, Grande Otelo, ao colocar suas participações ao lado de Dalva de Oliveira e Herivelton Martins, sem esquecer as músicas com as quais a cantora fez sucesso, a exemplo de Barracão de Zinco, Caminhemos, Tudo Acabado entre Nós, e outros clássicos do compositor Herivelton Martins, que tornaram as músicas brasileiras da década de 1940 inesquecíveis.
A minissérie foi uma demonstração de carinho da autora a um mundo que ficou para trás, sem retorno, mas que encheu de saudade as gerações que tiveram o privilégio de vivenciá-lo.

Jornalista/FENAJ-DRT 2.482/ Salvador-Ba.

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