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Luiz Carlos Santos Lopes
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Comentário sobre o artigo “Um caso perdido” de J.R. Guzzo
Por: Luiz Carlos Santos Lopes

Luiz Carlos Santos Lopes
O artigo “Um Caso Perdido” é mais um primoroso texto da lavra de J.R. Guzzo (Veja, ed. 2307, 6 fev. 2013, p. 100.), em que o autor dá um tom sarcástico ao analisar o atual momento político brasileiro, enfatizando a eleição do deputado federal Henrique Eduardo Alves para a presidência da Câmara dos Deputados, sob os auspícios do governo e do PT que o consideram “(...)o homem ideal para dirigir um dos três poderes da República – justo ele, ‘Henriquinho’ quem, na opinião do articulista, “em onze mandatos e 42 anos de casa construiu uma biografia impecável como agente de tudo o que existe de mais atrasado na política brasileira”. Com certeza o artigo de Guzzo desagradou aos fieis escudeiros do “lulo-petismo”. Eles, que se dizem de esquerda, cultivam a utopia por um mundo melhor e continuam cegamente na “busca pelos amanhãs que encantam”, enunciado formulado por Marx & Engels no (Manifesto do Partido Comunista, 2002, p, 5), cuja proposta não passou de mera utopia desvairada, ainda hoje objeto de culto do petismo como revelam seus excêntricos anseios de “(...) derrubar a dominação burguesa e a conquista do poder pelo proletariado (idem, 2002, p. 47)‘’. Só que aquele que foi eleito se dizendo proletário, “(...)antes mesmo de tomar posse em 2003, junto com a sua tropa casaram no civil e no religioso com o tipo de gente que mais combatiam. O resultado prático é que acabaram ficando iguais a eles”, conclui Guzzo.
A hora é de o eleitor repensar sua atuação na hora de votar e não render culto a ídolos, como o faz grande parte do eleitorado brasileiro, entre o qual o nome de Lula é objeto de adoração quase cultual, sem enxergar que “(...) onde alguém domina, existem massas: onde existem massas, há uma necessidade de escravidão. Onde há escravidão, os indivíduos são em número pequeno, e têm contra si o instinto de rebanho e a consciência.” (NIETZSCHE, Friedrich. A Gaia Ciência, tradução, notas e posfácio: Paulo Cesar de Souza, 2ª impressão. Companhia das letras, 2004, p. 160.).
Jornalista, FENAJ, DRT, nº 2.482, Salvador-Bahia.

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