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João Bosco Soares dos Santos
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Resenha
 
ENTREVISTA AO PORTAL CEN - CÁ ENTRE NÓS.
Por: João Bosco Soares dos Santos

Data de nascimento: 06 de outubro de 1937;

Onde mora?
Estou pausando um pouco mais em Salvador – sou um inveterado viajor-voador, de corpo e de imaginário - por seu clima, seu sol, sua alegria, sua brejeirice, sua sensualidade, sua cultura, sua efervescência, suas praias e por ser uma fonte-berço de inspiração e criatividade, em eterna renovação.
Seus monumentos são fortes, inspiradores, mas nostálgicos e mal conservados.
Museus há muitos e bons. É uma das sólidas riquezas da Bahia soteropolitana.
As praças, que são poucas, estão morrendo; as que resistem e insistem pela força da tradição, crescem em encantamentos a cada dia, por suas efervescências revigoradas e regeneradoras: Dois de Julho (Campo Grande) e Dois de Julho, no Largo Dois de Julho, onde morei nos tempos em que estudei em Salvador, fervilham de gente, de acontecimentos, como a Feira Literária Mensal, e por manifestações de Movimentos históricos como o da revalorização do DOIS DE JULHO, data da verdadeira Independência do Brasil.
Há muitos pequenos jardins, espalhados pelos vales soteropolitanos, demasiadamente pequenos e fortemente decadentes, pelo crescente vício de depredação do brasileiro comum, que só sabe conservar o que pode ser fechado em museu.
A História baiana é a mais rica, mais ampla, mais variada, mais faustosa e mais surpreendente e, por estas razões, continua a ser a mais inspiradora, encantadora, mágica e tocante.

Sua ocupação profissional?
Escritor, Poeta e Trovador.

Sua obra Literária?
Já publiquei: Cantares, Poesias e Trovas; Por Uma Humanização da Política Brasileira, Política e Ética; Direito e Moral no Estado Brasileiro, em co-autoria com minha filha Herta Rani Teles Santos, Política e Ética; Manoel dos Santos, O Delmiro Gouveia dos Sertões dos Rodelas, Biografia e História; Tocatas, Poesia e Prosa; e Carta à História de Rodelas, livro em folhetos, de História, Política e Cotidiano. Tenho em editoração: Minha Aldeia, em 2 (dois) volumes; Pequenas Frases... Grandes Lições, Aforismos e mais outros a concluir.
Participo dos Blogs/portais “Para Ler e Pensar”, “Café com História” e “Cá Estamos Nós (CEN)”, Linha do Tempo, no Facebook.

Autores e livros preferidos?
Dezenas e dezenas. Citarei: Tudo de Fernando Pessoa, de Camões, de Cecília Meireles, de João Cabral de Melo Neto, de Carlos Drumond de Andrade e de Clarice Linspector; Corpo Vivo de Adonias Filho, São Bernardo, de Graciliano Ramos, Istambul, de Orhan Pamuk; Iracema de José de Alencar; os magistrais Dom Casmurro, Helena, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Quincas Borba, Memorial de Aires, de Machado de Assis; Amor de Perdição, de Camilo Castelo Branco; A Cidade e as Serras, de Eça de Queirós; e mais algumas dezenas.

Música e autores preferidos?
Aires Andaluzos, com o trompetista mexicano Rafael Mendez; Beguin the Beguine , Night and Day e Um Americano em Paris, de Coler Porter; qualquer composição de Ernesto Lecuona e de Agustin Lara; Beijos pela Noite, de Dorival Caymmi, Jorge Amado e Carlos Lacerda; O Mar, Saudade de Itapoã e Saudade da Bahia, de Caymmi; Onde eu Nasci Passa um Rio, de Caetano Veloso; Outra Vez, de Isolda; qualquer composição de Roberto Carlos, Dolores Duran e Luiz Vieira; Tanto Mar e Bastidores, de Chico Buarque; Luar do Sertão e Fechei o Meu Jardim, de Catulo da Paixão Cearense; Over the Rainbow, de Harold Arlen e EY Harburg; Foi Deus, de Janes Alberto Fialho; Coimbra, Last Rose of Summer, As Time Goes by e Danny Boy (não sei os autores); El Manicero, de Moisés Simons; Bolero de Ravel; No Mercado Persa, de John Ketelby; Noturno, de Chopin; qualquer criação de Mozart, Bach e Beethoven; qualquer composição de Luiz Gonzaga ou cantada por Luiz Gonzaga; Chalana, de Mario Zan/Arlindo Pinto; Tocando em Frente, de Almir Satter/Renato Teixeira; Romaria, de Renato Teixeira; Você vai Gostar, de Elpídio dos Santos; As Rosas não falam e O Mundo é um Moinho, de Cartola; das vozes de Bin Crosby, Israel Kamakawiwo’ole e Dalva de Oliveira; e mais outras dezenas de compositores e músicas.

O filme comercial que mais gostou?
Qualquer filme de Charles Chaplin e de Luis Bunuel; Se minha Cama Voasse, o Mágico de Oz, Derzu Uzala, Cidadão Kane, Gilda, Auto da Compadecida, A Estrada da Vida, Noites de Cabíria, Mar a Dentro, Sansão e Dalila, Curtindo a Vida Adoidado, Os Três Mosqueteiros (qualquer versão); Zorro (qualquer versão); Para Sempre Cinderela; Por Favor matem minha mulher; Joguem a minha mãe do trem; O Expresso de Chicago; O Noivo da Minha Mãe; e mais algumas dezenas.

Sua melhor qualidade?
Ser leal e honesto.

Seu maior defeito?
Ser intolerante com as desonestidades de ações, omissões e comportamentos.

Seus passatempos preferidos?
Escrever, escrever, ler, ler, cantar, dançar, ver filmes, ouvir música da clássica à regional, ir à Igreja Católica, visitar parentes e amigos, viajar, ver o novo e rever o velho agradável e belo, ouvir, conversar, participar dos vários grupos culturais de que faço parte (Instituto Geográfico e Histórico da Bahia, União Brasileira de Trovadores, Grupo de Ação Cultural da Bahia, Fala o Escritor, Feiras Literárias, etc) e publicar, reler e revisar meus livros, artigos, poesias e trovas.

Quando era criança?
Amava olhar e correr pelas margens, molhar os pés e banhar-me no Rio São Francisco a qualquer hora. Adorava correr contra o vento, ou ficar parado numa esquina, com a camisa aberta e segura pelas pontas, para sentir o vento envolvendo o meu corpo; também costumava correr entre as milhões de borboletas que revoavam pelas margens do rio, em certas épocas e gostava de correr pelas poucas ruas do meu povoado, curiando o que acontecia e o que poderia acontecer.

Como se auto-define?
Como um homem feliz, em continua realização, vivendo mais do imaginário e de sonhos entre sonhos, de modo ansioso.

Como vai de amores?
Sou tinhosamente fiel à minha esposa, há 33 anos. Gosto de cultivar amizades, de conquistar novas amizades e de ser fiel e prestativo aos amigos, nos momentos oportunos.
Amo o meu viver e como vivo; amo minha esposa, minhas filhas, minhas irmãs, meus parentes, meus amigos, meus colegas.
Amo o que faço, o que canto, o que leio, o que como e o meu vinho do Porto Ruby.
Amo meus livros, meus filmes, meus CDs, meus chocolates.

Outros assuntos:

1º - Qual a característica que mais aprecia em si?
Meu modo de viver a minha vida e de respeitar a vida de todos.

2º - E nos outros?
O modo vitorioso, alegre e feliz de viver.

3º - Qual foi o maior desafio que aceitou até hoje?
O de recomeçar a vida todas as manhãs.

4º - Que gênero de filme daria sua vida?
Uma história-biográfica com o seguinte título: O homem que vivenciou a total, completa e perfeita felicidade da maturidade humana.

5º - O arrependimento mata?
Não mata mais machuca muito e é fortemente doloroso.

6º - De que mais se orgulha?
Das minhas responsáveis e honestas vitórias pessoais, das vitórias dos meus familiares, parentes, amigos, membros dos grupos de que faço parte e minhas comunidades.

7º - Qual a personagem que mais admira?
Jesus. Suas lições. Suas falas. Sua atuação.

8º - Uma imagem do passado que não quer esquecer no futuro?
Minha mãe sorrindo feliz e plenamente numa foto feita por mim.

9º - A cultura será uma botija de oxigênio?
Será; e pela eternidade, como se fora um Milagre em eterna ação.

10º - Qual o cúmulo da beleza?
O belo de toda e qualquer forma ou apresentação que possa ser saboreada com prazer ou como arte.

11º - E da fealdade?
Qualquer forma ou apresentação que se aproxime da desonestidade, da deslealdade ou do crime.

2º - Que vício gostaria de não ter?
Ansiedade.

13º - Prato preferido ?
Moqueca de Camarão (à Baiana).

14º - E a bebida preferida
Vinho do Porto RUBY

15º - As piadas às louras são injustas?
Detesto achincalhações e toda e qualquer forma de desrespeito, mesmo que seja por omissão.

16º - O dia começa bem se...?
Se o silêncio, o sol e o clima conspirarem e ajudarem-me a concretizar minhas tarefas agendadas, da melhor e da mais produtiva maneira possível, multiplicarem e embelezarem meus sonhos nos sonhos enas minhas imaginações.

17º - Que influência tem em si a queda da folha e a chegada do frio?
Dois fatos diferentes que me influenciam de diferentes modos:
o cair da folha pode ser a poesia que eu possa ver, sentir, criar ou vivenciar;
o frio perturba-me e desconcentra-me.

18º - Que livro anda a ler?
Uma verdadeira carga: Heráclito (e seu Discurso) de Donaldo Schuler; Platão e um Ornitorrinco, de Thomas Cathcart & Daniel Klein; Poemas e Fragmentos, Safo de Lesbos, tradução de Joaquim Brasil; A Idade do Ouro, de Georges Minois; O Homem Medíocre, de José Ingenieros; Os Grandes Iniciados, de Edouard Schuré; Aprendendo a Viver, de Sêneca; Maturidade, de Osho; A Crucificação e a Democracia, de Gustavo Zagrebelski; Alexis de Tocqueville, o Profeta da Democracia; e Teogonia, de Hesíodo, e mais outras dezenas.

20º - O que é para você o termo Esoterismo?
Vejo como se fosse um sacrário de perfeição humana, no que diz respeito ao espírito e aos valores morais; e o como, o ver e o seguir tudo que se constitui na essência do bom e da perfeição da vida de cada um dos esotéricos.

21º - Acredita na reencarnação ?
Creio e muito respeito esta fé, mas não a sigo.

22º - Acredita em fantasmas ou em “almas do outro mundo”?
Não acredito nos seus fundamentos; para mim são apenas produtos do formidável imaginário humano. Fantasmas são as amplas e ricas fantasias refletidas no espelho; são berçários inspiradores e multiplicadores de criações literárias.

23º - O Imaginário será um sonho da realidade ?
Creio seja ele o universo-berço da essência do bom, do belo, do feliz e da criatividade humana.
O imaginário é a minha inesgotável e eterna fonte-relicário dos sonhos e das minhas criatividades reais, metafísicas, concretas e abstratas.
Não existisse esse sacrário do imaginário, inexistiriam os sonhos, as esperanças, a fé e a energia da própria vida.

24º - Acredita em histórias fantásticas?
Não. Elas somente são as criações multiplicadas do imaginário diante e no outro lado do espelho-vida.

25º - Deus existe?
Sim. Vejo, sinto e imagino DEUS-FORÇA-FÉ-ESPERANÇA em todos os instantes, detalhes, lugares, tempos e espaços. DEUS está em mim e em todos os humanos. Nos astros e em todos os seus mínimos e detalhados confins.

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