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SANGUE DAS PEDRAS
Sei que somos todos breves
E tudo que temos se esvai
Como nuvens esparsas no vento
Palavras escritas no imaginário,
Suaves como segredos dos sinceros,
Brotam como sangue de pedra
Nessa vaga novela de dores,
Dolores diárias de mi passion
São feridas abertas no coração
Sob a chuva de lágrimas de agosto,
Flores encobrem pegadas do passado
Que impelem ao caminho à minha frente.
Heldemarcio Ferreira
Publicação:
www.paralerepensar.com.br
26/10/2005

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