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JORNAL
FOLHA DA BAIXADA
PONTO
DE VISTA CCF
Celso Corrêa de Freitas |
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HAICAI – Efeitos da imigração |
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Tambores do Japão
Amo o som desses tambores
A ressoar em mim |
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Política |
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Não acredito
na vida sem política, principalmente sem a política da boa
vizinhança, da boa educação e a política dos grandes homens.
Precisamos
sempre valorizar os bons políticos até que o povo aprenda a
enxergá-los e a conviver com eles naturalmente. |
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ESCOLA I |
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Penso que as escolas precisam ter uma
identidade cultural, onde as experiências pedagógicas sejam
substituídas por praticas culturais continuas. |
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ESCOLA II-SÍTIO DO CAMPO |
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Aquele passeio a um parque de diversão de
São Paulo prometia. Crianças ansiosas e professores aflitos.
No embarque apenas uma mãe a dizer boa viagem para seu filho.
É... Hoje em dia, os filhos quando saem
de casa, alguns pais já não dizem mais:
-Volta logo filho.
Vão logo dizendo:
-ADEUS!
Pelo menos no Sítio do Campo parece que
está assim o relacionamento Pais e Filhos. |
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JAMELÃO |
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Ídolos não
morrem. Apenas partem sem dizer adeus. |
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LEMBRANDO RUI
BARBOSA |
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“De tanto ver triunfar as injustiças e as
nulidades, o poder agiganta-se nas mãos dos maus e o homem ri
da honra e sente vergonha de ser honesto”. |
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CIRCO ESTOUCOMOVICE |
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Esse negócio de tirar coelho da cartola é
coisa de mágico. O ilusionismo político é a corda no pescoço
da sociedade.
Celso Corrêa de Freitas (CCF) Escritor e
presidente da Casa do Poeta Brasileiro de Praia Grande-SP,
Membro da Escola de Pais do Brasil-Seccional de Praia Grande e
articulista de sites e blogs na internet.
SENTENÇAS
RESERVAS
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JÁ NOS DIZIA VOLTAIRE |
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“Só há uma maneira de lutar
contra o poder, é sobreviver-lhe!”.
Portanto (e) leitor, fique esperto
e no momento no qual você se encontrar de pé diante da
urna, lembre-se de Voltaire:
“Esse monstro enorme e que se
chama povo, e que tem tantos ouvidos e tantas línguas, mas
ao qual faltam olhos”.
Abra os seus e vote, vote para
sobreviver!
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UMA PERGUNTA QUE NÃO
QUER CALAR-ME!
As vezes precisamos fazer escolhas!
O que seria mais propício, apegar-se na tese de um 3º ou mesmo na queda
de Isabela, ou ter que RESPONDER não só para a mãe biológica e também
para a sociedade por um desaparecimento, uma ocultação de cadáver...?
Diante do inexplicável, nossas escolhas podem se transformar na nossa
maior mentira ou pior fracasso, pois vitima do inexplicável, ignoramos o
alcance da verdade dos fatos.
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Ontem, só um homem a semear seus
sonhos;
Hoje, uma imagem refletindo pesadelos;
Amanhã preso...ao seu passado, um ser só, a colher seus medos.
Conclusão:
A alma pena indormida, quando a lança do destino, retorna para ferir o
próprio espírito.
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