
EDUCAÇÃO FAMILIAR
Muitos pais pensam que a porcentagem maior da educação
está com as escolas. Ledo engano. A escola representa um
complemento, um direcionamento, um viés, na
complementação da educação familiar. Por mais que os
educadores desempenhem papel primordial na orientação da
criança, não exime os pais da responsabilidade maior na
educação de seus pimpolhos. Uma idade ideal para os pais
brindarem seus filhos com excelente educação vai dos
zeros aos sete anos de idade. Dos sete aos 14 a situação
complica um pouco.
Depois dos 15 a educação fica meio tenebrosa, hostiliza
os responsáveis pela formação, criação moral, e
emocional da garotada. A coletividade surge quando a
criança se ausenta do lar, forma turma, classes, e o
somatório disto tudo é a escola. A educação visa à
formação da auto-estima, da personalidade e do caráter,
aliados a personalidade, que está nas diretrizes, nos
azimutes traçados pelos pais. O desvio de conduta deve
ser estudado com carinho.
Nessas nuanças a experiência educacional deve ser de
suma importância, útil, principalmente quando a família
começa a perder as rédeas na condução da educação dos
filhos. É muito natural ouvirmos queixa dos filhos sobre
determinado educador (a), deixando nos pais ou
responsáveis, uma sensação falsa de 'injustiça' contra
seu filho. Antes de tudo, a diretoria da escola deve ser
procurada de imediato. Outros acontecimentos do mesmo "Modus
operandi" devem se do conhecimento do pai ou da mãe.
A auto-estima é a principal e mais importante base para
encontrarmos um bom lugar no orbe terrestre. E,
conseqüente à felicidade recíproca. A criança precisa
sentir-se amada e não idolatrada. O amor tem que partir
de dentro para fora e tornar a criança segura e
obediente, à medida que ela cresce, a auto-estima
melhora. A harmonia do lar é primordial para ser ter um
filho bem educado. Procure calma, pois o desespero é
comparável a certo tipo de alucinação, estabelecendo as
maiores dificuldades para aqueles que o hospedam na
própria alma. Se seu filho desvirtuou o caminho traçado
não se desespere, mantenha a calma, mesmo que seja
aparente.
Nos eventos sociais em que se filho se encontre a
prudência e serenidade são importantes. Medite nos
momentos de doença, de intranqüilidade, por motivos
indesejáveis o coração materno deve agir em consonância
com o bem-estar ente filhos e pais. O pai é participe
nos suplícios da família, é o - cabeça, o orientador e a
mãe a conselheira, em cuja união de pensamentos deve
partir o bom senso, o desenvolvimento da capacidade de
serem felizes. Uma união feliz é o diamante lapidado é o
ouro que fertiliza o bem estar e a prosperidade de
qualquer família.
A semente desta família deve ser de boa a excelente
qualidade, basta que reguem com amor, o entendimento e o
sentimento do dever cumprido. A paz e a união cimentada
terão o aval divino. Energia e bons fluidos fazem parte
desse encadeamento de ações direcionadas para uma
exemplar educação. A união entre pais e escola é ponto
fundamental para felicidade do casal e da família. Se
agirmos assim, alcançaremos à felicidade tão almejada,
com acerto e final feliz.
Antonio
Paiva Rodrigues - Jornalista - Membro da Alomerce - Da
ACI (Associação Cearense de imprensa) e a Aouvir
(Associação dos Ouvintes de Rádio do Ceará)