- AS FLORES E AS BORBOLETAS
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- A vida é bela, a rosa amarela.
- A alma é sutil, eterna e bela.
- A vida é dom divino do Criador,
- Que nos enche de alegrias e amor.
- Nos espinhos vem à dor e a flor,
- Os acúleos das dores são oferendas.
- O espinho por mais rude, mais cruel.
- Metamoforseia-se em flores divinas,
- Que brilha e embeleza em cada esquina,
- De divina e bela é tocada de luz e mel.
- As borboletas por encanto e sedução,
- Encantam-se, beijam e sugam seu néctar.
- Nos polens levam a semente reprodutora.
- De uma nova vida em encantamento,
- A luz do universo a fortalece e imanta.
- A oferenda das borboletas a outras plantas.
- Para a divindade transformar em vida nova,
- Os polens benditos que geram novas vidas.
- É a natureza em flor vencendo as amarguras,
- Enchendo nossos corações de vida e venturas.
- Delas tiramos os buquês que têm um destino,
- Um coração em desatino, repleto de bondade.
- De amor e caridade sem espinhos da ingratidão,
- É o coração que amo, adoro, é meu viver purificado.
- Extasiado pulsa em contraponto em borbulha de amor.
- As flores perfumadas têm destino a minha amada,
- Que as recebê-las alegra-se como a passarada,
- E um beijo descomunal agradece a sensação do querer,
- Que dedico ao meu bem-querer, o amor mais puro.
- Sensível afável, deslumbrante que transforma o meu viver.
Antonio Paiva Rodrigues - Membro
da ALOMERCE
Publicação:
www.paralerepensar.com.br
- 29/06/2007

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