A casa dos grandes pensadores
 
 
  
 

ÂNGELA FARIAS

 


 

 

A luta para curar uma doença chamada trânsito.

Desde 1997, foi criado um medicamento chamado CTB - Código de Trânsito Brasileiro - com o propósito de ser utilizado para todos os cidadãos, a partir da menor idade, fase escolar, até a maior idade, não importando se o consumidor tenha cursado a faculdade ou não. A receita desta medicação, é utilizada 24 horas dependendo  da necessidade de cada um. Este medicamento não tem nenhum efeito colateral se for utilizado de maneira correta. Ele permite que a crianças, jovens, adultos, idosos, condutores ou pedestres,  tenham uma melhor  qualidade de  vida,  dependendo da forma correta de  sua  utilização.

Quando o CTB, é infligido, os efeitos colaterais aparecem e trazem conseqüências diversas; transtornos físicos , psicológicos e financeiros, dependendo da forma como é feita a ingestão do tão importante  medicamento
Temos como exemplos:
 
O direito de ir e vir ficará comprometido caso existam falhas que ultrapassem os limites previstos. O condutor sofrerá sanções, assim como, o pedestre;
 
Poderão acontecer mal estares tanto para o condutor quanto para o pedestre caso o medicamento CTB, não seja aplicado de forma adequada e consciente.

Como todo medicamento, o CTB também orienta e exige rigor no seu cumprimento e uso. Jamais o condutor que estiver ao volante, poderá fazer a ingestão de bebida alcoólica, este ato, acarretará em sintomas que vão desde a apreensão da habilitação e do direito de dirigir por 12 meses além de  multa de R$957,70.

O CTB adverte: A nossa saúde no trânsito, depende de cada um de nós, se quisermos mantê-la, vamos utilizar medicamentos de cidadania  que contenham substâncias benéficas tanto para pedestres quanto para condutores.
  
   Todo Medicamento poderá ser nocivo caso seja ingerido sem orientação médica. O CTB,  tem dentro do seu conteúdo, a substância chamada VIDA! Não Rasgue, Não Jogue Fora, e, Não Deixe Vencer a Validade, Ela é UNICA.

Angela Farias
30.04.08

Publicação: www.paralerepensar.com.br  19/009/2008